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Produção intelectual de Evaristo de Moraes Filho

Dos anos 30 até os dias atuais Evaristo de Moraes Filho publicou cerca de 70 títulos de livros e mais de 280 artigos - em periódicos especializados e da grande imprensa -, além de vários discursos.

Esta página está dividida de acordo com três tipos de documentos de Evaristo: |Livros||Artigos||Discursos

 

LIVROS

 

Crítica e Filosofia

- Profetas de um Mundo que Morre. Ensaios críticos a Carrel, Keyserling e d'Annunzio. Rio de Janeiro: Leitura, 1946.

- Marcel Proust e o realismo dos dois lados. Proustiana Brasileira. Rio de Janeiro, 1950.

- Francisco Sanches e a Dúvida Metódica na Renascença Portuguesa. Tese de doutorado. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultura, 1953.

- A contribuição de Joaquim Carvalho para a compreensão de Francisco Sanches. In: Joaquim de Carvalho no Brasil. Coimbra: Revista Filosófica, 1958.

- Oração de Paraninfo. Rio de Janeiro: próprio autor, 1958.

- O Ensino da Filosofia no Brasil (Decimália da Biblioteca Nacional). Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1959.

- Perspectiva de uma filosofia do trabalho. Revista Filosofia. São Paulo, 1959.

- Literatura e Filosofia. In:Afrânio Coutinho. A literatura no Brasil. 2ª ed. Vol. VI. Rio de Janeiro: Livraria São José, 1971.
- Comte. Seleção de textos, introdução e bibliografia. São Paulo: Ática, 1978.

- Liberdade e Cultura. Rio de Janeiro: Ordem dos Advogados do Brasil, 1980.

- Rui Barbosa e a Filosofia existencial cristã. Rio de Janeiro: José Olympio, 1983.

- O Cordial Vianna Moog e sua Obra Polêmica. Rio de Janeiro: José Olympio, 1988.

- Goethe e a Filosofia. 250 anos de Goethe. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1999.

- Quinze Ensaios. São Paulo: Ltr, 2004.

[ Livros ] [ Sumário ]

 

Histórias das Idéias

- História do Positivismo no Brasil. São Paulo: Correio da Manhã (separata), 1965.

- Uma possível nota do caráter nacional brasileiro. Rio de Janeiro: Confederação Nacional do Comércio, 1971.

- A Constituinte de 1823. In: Josué Montello. História da Independência do Brasil. Vol. III. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1972.

- Tobias Barreto. Seleção, introdução e bibliografia. Petrópolis: Vozes, 1977.

- As idéias fundamentais de Tavares Bastos. Rio de Janeiro / São Paulo: Civilização Brasileira, 1978; 2ª ed. Rio de Janeiro: Topbooks, 2001.

- Sílvio Romero. Seleção, introdução e bibliografia. Petrópolis: Vozes, 1979.

- O movimento social na primeira década do século. In: Brasil 1900 / 1910. Vol. III Rio de Janeiro:Biblioteca Nacional, 1980.

- Idéias sociais de Jorge Street. Seleção, introdução e bibliografia. Brasília D/F: Senado Federal, 1980.

- Rui e a federação. Rio de Janeiro: Casa Rui Barbosa, 1980.

- Rui e o desenho industrial. Rio de Janeiro: Casa Rui Barbosa, 1980.

- O socialismo brasileiro. Brasília: Senado Federal, 1981; 2ª ed., Senado Federal, 1999.

- Rui Barbosa e a questão social. São Paulo / Rio de Janeiro: Casa Rui Barbosa, 1983.

- Introdução. In: Rui Barbosa. Embaixada em Buenos Aires. Rio de Janeiro: Casa Rui Barbosa, 1984.

- Rui Barbosa, deputado. In: Perfis parlamentares. Brasília D/F: Câmara dos Deputados, 1985.

- Medo à utopia. Ensaios críticos a Tobias Barreto e a Sílvio Romero. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.

- O Deputado Rui Barbosa. Rio de Janeiro: Casa Rui Barbosa, 1987.

- Liberalismo e federalismo: Tavares Bastos e Rui Barbosa. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1991.

- Temas de liberalismo e federalismo no Brasil. Coleção Afrânio Peixoto, vol. 16. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1991; 2ª ed., 1995.

- Goethe e a Filosofia, 1999

[Livros ] [ Sumário ]

 

Sociologia

- Introdução. In: Evaristo de Moraes. Os Judeus. São Paulo: Civilização Brasileira, 1940.

- O problema de uma Sociologia do Direito. Rio de Janeiro: Freitas Bastos 1950; 2ª ed. Rio de Janeiro: Renovar, 1996.

- O_Problema_do_Sindicato_Unico_no_Brasil. Rio de Janeiro: A Noite, 1952; 2ª ed. São Paulo: Alfa-Ômega, 1978.

- Os sindicatos operários americanos. Tradução, introdução e notas. Rio de Janeiro: Agir, 1953.

- As relações humanas na indústria. Rio de Janeiro: DASP, 1955.

- Augusto Comte e o pensamento sociológico contemporâneo. Tese de docência livre. Rio de Janeiro: Livraria São José, 1957.

- Direito do trabalho e mudança social. Rio de Janeiro: Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, 1958.

- Desenvolvimento econômico e a estrutura da empresa. Rio de Janeiro: próprio autor, 1959.

- O valor em teoria social. São Paulo: Revista Sociologia, 1961.

- As aspirações atuais do Brasil. Análise sociológica. Conferência na Escola Superior de Guerra. Rio de Janeiro: Escola Superior de Guerra, 1961.

- Aspectos políticos da conjuntura nacional. Conferência na Escola Superior de Guerra. Rio de Janeiro: Escola Superior de Guerra, 1963.

- Sociologia industrial e do trabalho. Rio de Janeiro: Instituto de Ciências Sociais, 1967.

-Criminalidade violenta - aspectos socioeconômicos. In: Criminalidade violenta (seminário). Rio de Janeiro: Ordem dos Advogados do Brasil, 1980.

- Direito profissional, extra-estatal ou social. In: Cláudio Souto e Joaquim Falcão. Sociologia e Direito. São Paulo: Pioneira, 1980.

- Seguridade social e sociologia. In: C. Barroso Leite. Um século de Previdência Social. Rio de Janeiro: Ler, 1983.

- Simmel. Seleção, tradução, introdução e bibliografia. São Paulo: Ática, 1983.

 [ Livros ] [ Sumário ]

 

Direito

-Introdução. In: Evaristo de Moraes. Apontamentos de Direito Operário. 3 ed. São Paulo: Ltr, 1986.

- O Constitucionalismo liberal no Brasil de 1823. Revista de Ciência Política, 1972.

- Trabalho a Domicilio e Contrato de Trabalho (Formação histórica e natureza jurídica). Rio de Janeiro: Revista do Trabalho, 1943; 2ª ed. São Paulo: Ltr, 1998.

- O contrato de trabalho. São Paulo: Max Limonad, 1944.

- A justa causa na rescisão do contrato de trabalho. Tese de docência livre. Rio de Janeiro: - Revista do Trabalho, 1946; 2ª ed., São Paulo: Ltr: 1968; 3ª ed.: Ltr,  1996.

- Fundamentos do Direito do Trabalho. Sua formação histórica. Rio de Janeiro: Revista do Trabalho, 1947.

- Categoria econômica e enquadramento sindical. Rio de Janeiro: Revista do Trabalho, 1947.

- A natureza jurídica do Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, 1954.

- Existe um direito sindical e corporativo autônomo? São Paulo: Ltr, 1955.

- Introdução ao Direito do Trabalho. 2 vols. Rio de Janeiro: Forense, 1956.

- Do delito ao direito de greve. Um quarto de século na vida italiana. Rio de Janeiro: Revista do Trabalho, 1956.

- Do contrato de trabalho como elemento da empresa. Tese de catedrático. Rio de Janeiro: Universidade do Brasil, 1957; 2ª ed. São Paulo: Ltr, 1998.

- Direito do Trabalho e Mudança Social, 1958

- Posse na Faculdade de Direito. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultura, 1959.

- A transformação do Direito e a renovação do ensino jurídico. Rio de Janeiro: Forense, 1959.

- A sucessão nas obrigações e a teoria da empresa. Vol. 1. Rio de Janeiro: Forense, 1960.

- A sucessão nas obrigações e a teoria da empresa. Vol. 2. Rio de Janeiro: Forense, 1960.

- Tratado elementar de Direito do Trabalho. Vol. I. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1960; 2ª ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1965.

- O método da Ciência do Direito. Rio de Janeiro: Instituto de Ciências Sociais, 1962.

- Anteprojeto do Código do Trabalho. Rio de Janeiro: Ministério da Justiça e Negócios Interiores, 1963.

- Projeto de Código do Trabalho. Rio de Janeiro: Serviço de Reforma de Códigos; Ministério da Justiça e Negócios Interiores, 1965.

- Conceito de trabalhador rural. Rio de Janeiro: próprio autor, 1967.

- Conceito e fundamentos do Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Centro de Estudos do Boletim Cambial: 1967.

- Autonomia e fontes do Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Centro de Estudos do Boletim Cambial, 1967.

- Da ordem social na Constituição de 1967. In: T. Brandão Cavalcanti. Estudos sobre a Constituição de 1967. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1967; 2ª ed., com emendas constitucionais posteriores. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1977.

- Empresas de fornecimento de mão-de-obra. São Paulo: Ltr, 1970.

- Direito Agrário. São Paulo: Ltr, 1970.

- Introdução ao Direito do Trabalho. São Paulo: Ltr, 1971; 2ª ed., 1978; 3ª ed., 1982; 4ª ed., 1986; 7ª ed., 1995; 8ª ed., 2000; 9ª ed., 2003.

- Estudos de Direito do Trabalho. São Paulo: Ltr, 1971.

- A Consolidação das Leis do Trabalho e sua reforma. Rio de Janeiro: Revista do Trabalho, 1972.

- Influência do direito alemão no Direito Brasileiro do Trabalho. Rio de Janeiro: Instituto do Álcool e do Açúcar, 1973.

- Regulamentação da atividade do atleta profissional de futebol. Justificação doutrinária e anteprojeto de lei a pedido do Governo Federal. São Paulo: Ltr, 1973.

- Direito ao trabalho. São Paulo: Ltr, 1974.

- O trabalho penitenciário na economia nacional. São Paulo: Ltr, 1975.

- Da inconstitucionalidade e ilegalidade do prejulgado nº. 52/75. São Paulo: Ltr, 1976.

- Pareceres de Direito do Trabalho. Vol. I. São Paulo: Ltr, 1976.

- Temas atuais de trabalho e previdência. São Paulo: Ltr, 1976.

- O Direito do Trabalho e o Estado de Direito. Rio de Janeiro: Ordem dos Advogados do Brasil, 1978.

- Pareceres de Direito do Trabalho. Vol. II. São Paulo: Ltr, 1979.

- Pareceres de Direito do Trabalho. Vol. III. São Paulo: Ltr, 1981.

- Pareceres de Direito do Trabalho. Vol. IV. São Paulo: Ltr, 1986.

- Justiça Social e Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Ordem dos Advogados do Brasil, 1982.

- Direito do Trabalho. Páginas de história e outros ensaios. São Paulo: Ltr, 1982.

- O Direito e a Ordem Democrática. São Paulo: Ltr, 1984.

- A ordem social num novo texto constitucional. São Paulo: Ltr, 1986.

 [ Livros ] [ Sumário ]

 

Verbetes em enciclopédias

- O Direito do Trabalho no Brasil. In:  Enciclopédia Delta-Larousse Vols. V/VI, Rio de Janeiro: Delta Larrousse, 1960, pp. 2.738-2.753.

- "Profissão" e "Proletariado". In: Repertório Enciclopédico do Direito Brasileiro. Vol. XL e vol. XLII. Rio de Janeiro: Borsoi, 1965, p. 286-303 e p. 38-45.

- Coordenador de Filosofia e autor de numerosos verbetes da matéria, além de autor único de Direito do Trabalho, na Enciclopédia Mirador Internacional.  Rio de Janeiro: Enciclopédia Mirador Internacional, 1975.

- Diversos verbetes no Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro. Rio de Janeiro: CPDOC / Fundação Getúlio Vargas, 1986.

- Positivismo no Brasil. In:  Enciclopédia de Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1986.

[ Livros ] [ Sumário ]

 

Capítulos de livros

- Estudos jurídicos em honra de Soriano Neto. Vol. II. Recife: Faculdade de Direito de Recife, 1959, pp. 59-93.

- Contrati collettivi e controversie collettive dilavoro. Studi in memoria di Lodovico Barassi. Padova: Giuffré, 1965, pp. 129-146.

- Studi in memoria di Lodovico Barassi. Milano: Giuffré, 1966, pp. 289-324.

- Homenaje al Dr. Mariano R. Tessembaum. Tucuman: Universidade Nacional de Tucuman, 1966, pp. 381-414.

- Estudios sobre la negociación colectiva en memoria de Francisco de Ferrari. Montevidéu: Faculdade de Direito de Montevidéu, 1973, pp. 311-338.

- As tendências atuais do direito público. Estudos em homenagem ao prof. Afonso Arinos. Rio de Janeiro: Forense, 1976, pp. 189-218.

- Estudos jurídicos em homenagem ao professor Oscar Tenório. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1977, pp. 211-229.

- As perspectivas do pensamento contemporâneo. Homenagem ao Prof. Djacir de Menezes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979, pp. 69-84.

- Tendências do Direito do Trabalho contemporâneo. Homenagem ao Prof. A. F. Cesarino Júnior. São Paulo: Saraiva, 1980.

- Estudos históricos em homenagem a Pedro Calmon. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1982.

- A sentença normativa. In: Hugo G. Bernardes. Processo do trabalho. Homenagem a Carlos Coqueijo Costa. São Paulo: Ltr, 1989.

- A permanência de Raquel de Queiroz. In: Vários autores. Raquel de Queiroz. Os Oitenta. Depoimentos. Rio de Janeiro: José Olympio, 1990.

- A proto-história do marxismo no Brasil. In: Daniel Aarão Reis Filho et allHistória do Marxismo no Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.

- Depoimentos. In: Maria de Lourdes de A. Fávero (coord.). Faculdade Nacional de Filosofia. Rio de Janeiro: Universidade Federal de Filosofia, 1995.

[ Livros ] [ Sumário ]

 

Prefácios e introduções

- Estanislau Fischlowitz. Participação nos lucro. Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, 1959.

- L.R. de Rezende Puech. Direito individual e coletivo no trabalho. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1960.

-Estanislau Fischlowitz. Problemas cruciais da Previdência Social brasileira. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1964.

- Kingsley Davis. A sociedade Humana. Introdução de Evaristo de Moraes Filho. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1964.

- Campbell R. McConnell. Elementos de Economia. Introdução de Evaristo de Moraes Filho. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1964.

- Kluckhohn, Murray e Schneider. Personalidade na natureza, na sociedade e na cultura. Introdução de Evaristo de Moraes Filho. Belo Horizonte: Itatiaia, 1965.

- __________________. Valorização dos recursos humanos no Brasil. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1970.

- Arion S. Romita. Comentários aos prejulgados do Tribunal Superior do Trabalho. São Paulo: Ltr, 1973.

- João Antero de Carvalho. Cargos de direção no Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Revista do Trabalho, 1974.

- Geraldo Bezerra de Menezes. O Direito do Trabalho e a Seguridade Social na Constituição. Rio de Janeiro: Pallas, 1976.

- Sérgio Ferraz. Duração do trabalho e repouso remunerado. São Paulo: Ltr, 1977.
- Ângela Maria de Castro Gomes. Burguesia e trabalho - Política e legislação social no Brasil, 1917-1937. Rio de Janeiro: Campus, 1979.

- Constantino Paleólogo. Eça de Queirós e Machado de Assis. Rio de Janeiro: Instituto do Livro, 1979.

- Edmar Morel. A Revolta da Chibata. 3ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.

- Hans Füchtner. Sindicato e movimento social no Brasil. Rio de Janeiro: Graal, 1980.

- Rosa Maria Barboza de Araújo. O Batismo do trabalho - A experiência de Lindolfo Collor. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1981.

- Nelson Saldanha. Humanismo e história. Recife: Fundarpe, 1983.

- Evaristo de Moraes. Da Monarquia para a República. Brasília: Universidade de Brasília, 1985.

- ________________. A Campanha Abolicionista. Brasília: Universidade de Brasília, 1986. 3ª ed., 1998.

- ________________. A escravidão africana no Brasil. Brasília: Universidade de Brasília, 1986. 3ª ed., 1998.

- ________________. Remiscências de um Rábula Criminalista. Rio de Janeiro / Belo Horizonte: Briguiet, 1989.

- Nelson Saldanha. Historicismo e culturalismo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro / Recife: Fundarpe, 1986.

- Rui Barbosa. Às classes conservadoras. Rio de Janeiro: Casa Rui Barbosa, 1986.

- Antônio Gomes Penna. História e psicologia. São Paulo: Vértice, 1987.

- Visconde de Taunay. O Visconde do Rio Branco. Introdução e bibliografia. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1988.

- Miguel Reale. O belo e outros valores. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1989.

- Luiz Dário da Silva. O socialismo pragmático (PSB). Recife: Cia Editora de Pernambuco, 1989.

- Nelson Nery Costa. Teoria e realidade da desobediência civil. Rio: Forense, 1990.

- Oscar Gama Filho. A razão do Brasil em uma sociopsicanálise da literatura capixaba . Rio de Janeiro: José Olympio Editora; Vitória, Fundação Ceciliano Abel de Almeida, 1991.

- Sérgio Gallo. O homem perplexo e reflexões sobre Shakespeare. Rio de Janeiro, 1995.

- Tavares Bastos. A Província - Estudos sobre a descentralização do Brasil. 3ª ed. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1997.

- Rui Barbosa. A questão social e política no Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro: Casa Rui Barbosa, 1998. __________. O dever do advogado. 2ª ed. Rio de Janeiro: Aedes, 1999.

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Prefácios de publicações do Instituto de Ciências Sociais, da Universidade do Brasil

- F. C. San Thiago Dantas. Condições institucionais da produtividade. Rio de Janeiro: Instituto de Ciências Sociais, 1960.

- L. de A. Costa Pinto. Desenvolvimento econômico e transição social. Rio de Janeiro: Instituto de Ciências Sociais, 1960.

- J. de Souza Martins. Empresário e empresa na biografia do Conde Matarazzo. Rio de Janeiro: Instituto de Ciências Sociais, 1967.

- J. Cezar Melatti. Índios e criadores. Rio de Janeiro: Instituto de Ciências Sociais, 1967.

- I. Gonçalves de Freitas. Mão-de-obra industrial na Guanabara. Rio de Janeiro: Instituto de Ciências Sociais, 1967.

[ Livros ] [ Sumário ]

 

Revisões técnicas de traduções e notas

- Lawrence Krade. A formação do Estado.Trad. de Regina L. de M. Morel. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1970.

- Ralf Dahrendorf. Ensaios de Teoria da Sociedade. Trad. de Regina L. de M. Morel. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1974.

[ Livros ] [ Sumário ]

 

Obras traduzidas

- La sociologia de los opúsculos de Augusto Comte. México: Universidad Nacional, 1957.

- L'enseignement de la philosophie au Brésil. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1959.

- Sociología del desarollo de América Latina. México: Universidade Autónoma de México, 1970.

- Derecho del trabajo brasileño. In: El Derecho Latinoamericano del Trabajo. Vol. I. México, Universidad Autónoma de México, 1974.

 

* Fonte: www.academia.org.br/abl/

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ARTIGOS

ARTIGOS SELECIONADOS

- MARX E A SOCIOLOGIA CONTEMPORÂNEA. Idéia. Rio de Janeiro, novembro de 1934; págs. 8-10.[PDF]

- ESQUECIMENTOS DE SPENGLER. A Época. Rio de Janeiro, agosto de 1935. [PDF]

- HEGEL E SPENGLER. Boletim de Ariel. Rio de Janeiro, dezembro de 1936; págs. 80-81.[PDF]

- O CONTRATO NO DIREITO MODERNO. Cultura Social Trabalhista. Rio de Janeiro, novembro de 1937; págs. 29-36.[PDF]

- A COMUNIDADE RURAL. Mensário Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, Fevereiro de 1938; págs. 193-197.[PDF]

- A MASSIFICAÇÃO DO HOMEM. Revista Acadêmica. Rio de Janeiro, novembro de 1940.[JPEG]

- CONHECIMENTO DO SER HUMANO. A Tarde. Rio de Janeiro, 1940.[JPEG]

- O SEGREDO DOS GENERAIS RUSSOS E DE MONTGOMERY. Diretrizes. Rio de Janeiro, 06/05/1943; págs. 2 e 16.[JPEG]

- A OPINIÃO PÚBLICA E A GUERRA. Diário de Notícias. Rio de Janeiro, 02/04/1944.[JPEG]

- SÉCULO DO HOMEM DO POVO. Leitura. Rio de Janeiro, janeiro de 1945; págs. 25-26.[JPEG]

- O BRASIL E O PERIGO DO HISTORICISMO. O Jornal. Rio de Janeiro, 20/05/1945.[JPEG]

- O OUVINTE EM FACE DA MÚSICA. Leitura. Rio de Janeiro, maio de 1945; pág. 58.[JPEG]

- CIÊNCIA CULTURAL OU NATURAL? Revista branca. Rio de Janeiro, outubro/novembro de 1948.

- CONCEITO DE SINDICATO. SUAS FINALIDADES. GRUPOS SOCIAIS. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 22/01/1950.

- A MORAL DE SARTRE E A MORAL DE KANT. Jornal A Manhã. Suplemento Letras e Artes. Rio de Janeiro, 22/01/1950.

- MARCEL PROUST E O REALISMO DOS DOIS LADOS. Proustiana Brasileira. Rio de Janeiro, p. 73-85,1950.

- O VELHO TEMA: A ARTE E A MORAL. Jornal de Letras. Rio de Janeiro, p. 2-3, janeiro de 1951.

- FRANZ BRENTANO E A PSICOLOGIA MODERNA. A Cigarra. Rio de Janeiro, março de 1953.[JPEG]

- DIDÁTICA DO INTERESSE NA ESCOLA SECUNDÁRIA. NECESSIDADE DE UMA REFORMA. A Cigarra. Rio de Janeiro, maio de 1953.[JPEG]

- PRIMEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE SOCIOLOGIA. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 55, agosto de 1954.[JPEG]

- GETÚLIO VARGAS, HERÓI DE TRAGÉDIA GREGA. A Cigarra. Rio de Janeiro, outubro de 1954; pág. 55.[JPEG]

- O TRABALHO NO MUNDO MODERNO. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 57, janeiro de 1955.[JPEG]

- A FUGA PELA HISTÓRIA. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 53, abril de 1955.[JPEG]

- CORRESPONDÊNCIA DE CAPISTRANO DE ABREU. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 51, junho de 1955.[JPEG]

- UM LIVRO DE JOAQUIM PIMENTA. Diário do Povo. Fortaleza, julho de 1955.[JPEG]

- O PRIMARISMO FILOSÓFICO BRASILEIRO. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 51, setembro de 1955.[JPEG]

- FILOSOFIA E LIBERDADE DE PENSAMENTO. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 47, junho de 1956.[JPEG]

- GOETHE E A ANTIGUIDADE CLÁSSICA. A Cigarra. Rio de Janeiro, dezembro de 1956. [JPEG]

- CENTENÁRIO DA MORTE DE COMTE. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 33, março de 1957.[JPEG]

- DIREITO DO TRABALHO E MUDANÇA SOCIAL. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 33, maio de 1957.[JPEG]

- O HOMEM E A “ZOOLOGIA ARTIFICIAL”. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 1º/06/1960. [JPEG]

- JOAQUIM PIMENTA. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 12/05/1963.[JPEG]

- RUI BARBOSA EM BUENOS AIRES. Jornal de Letras. Rio de Janeiro, maio de 1979. [JPEG]

- O MOMENTO É DE MUDANÇAS REAIS. O Estado de São Paulo. São Paulo, 21/02/1985.[JPEG]

- A REFORMA AGRÁRIA E O DIREITO NATURAL. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 12/06/1985. [JPEG]

- PEDRO CALMON. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 03/07/1985.[JPEG]

- DESDE 1934, UM TEXTO COM POUCAS MODIFICAÇÕES. Folha de São Paulo. São Paulo, 10/11/1985.[JPEG]

- EVARISTO DE MORAES E A ESCRAVIDÃO NO BRASIL. Correio do Livro / Editora da UnB. Brasília, nov./dez., 1985.[JPEG]

- A FÁBRICA DO SONHO. O Estado de São Paulo. São Paulo, 10/11/1990.[JPEG]

- OS 90 ANOS DE ABGAR RENAULT. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 23/04/1991. [JPEG]

 

ARTIGOS - LISTA COMPLETA

[Publicados e não publicados]

ARTIGOS PUBLICADOS NA IMPRENSA (1934-2004)

ARTIGOS COM RESUMOS

01.1.1. MARX E A SOCIOLOGIA CONTEMPORÂNEA. Idéia. Rio de Janeiro, novembro de 1934; págs. 8-10.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre os críticos de Marx, que não produzem novos conhecimentos sobre o mundo social. Segundo Evaristo, Marx foi um dos percussores da sociologia e da ciência atual. Ele fala sobre a sociologia atuale a teoria de Marx sobre a interdependência dos fatos sociais, além de comentar concepções sociais no pensamento de Montesquieu, Comte, Spencer e Greef, que trabalham na perspectiva da interdependência dos fatos sociais. Comenta concepções da reciprocidade social no pensamento de Durkheim e a solidariedade dos fatos sociais de Worns, além da teoria circular dos fatos sociais de Gaston Richard e a teoria das relações sociais, dos processos adaptativos de von Wisie - tendo em Pontes de Miranda o divulgador das suas teorias no Brasil. Todos estes autores partilham da teoria da interdependência social, já desenvolvida por Marx, que seria moderna e atual. Evaristo fala sobre o prefácio de Marx em “Crítica da Economia Política”, que confirma a dependência mútua das relações jurídicas e políticas fundamentadas na sociedade civil. Além disso, no “Manifesto Comunista” pode ser encontrado a dependência mútua entre os fenômenos sociais, que reagem sobre a ordem econômica. Encerra dizendo que “Marx e Engels foram os continuadores de Feuerbach (...) e os percussores da sociologia contemporânea da interdependência dos fatos sociais”

01.1.2. NÓS E A ESPIRITUALIDADE. Idéia. Rio de Janeiro, janeiro de 1935; pág. 15.
Resumo: Neste artigo Evaristo fala sobre os críticos do materialismo dialético e da sua formulação por Marx e Engels. Evaristo diz que esta matéria é simples categoria filosófica, é a realidade exterior, e cita Lênin para enfatizar este aspecto. Não nega a espiritualidade e as ideologias, mas diz que arte, filosofia e religião parecem ideologias mais afastadas das condições materiais. Fala de um condicionamento material da espiritualidade, sem requerimento da valorização, que deve ser da arte pela arte e não pelo dinheiro. Cientificamente a arte é também processo adaptativo dos indivíduos na sociedade. Evaristo conclui, citando Richard Wagner, dizendo que o movimento emancipador da classe obreira é o duelo para uma vida livre, para o humanismo artístico

01.1.3. A FILOSOFIA ANTI-INTELECTUALISTA DE HOJE. A Época. Rio de Janeiro, julho de 1935; págs 50-62.
Resumo: Evaristo fala sobre a filosofia anti-intelectualista, que está filiada às correntes conficionais ou religiosas, em oposição à filosofia positiva ou científica. Os seus três principais sistemas são representados, neste momento, segundo Aldous Huxley, pelo bergusionismo, o freudismo e o behaviorismo de Watson. Evaristo diz que Bergson combate o materialismo e as ciências, repelindo todo conhecimento-científico conceitual da vida, pois só percebe o objeto pela superfície. Bergson defende a idéia de intuição. Evaristo também fala sobre o freudismo ou psicanálise, apontando a irracionalidade do comportamento humano. O behaviorismo de Watson, baseado na relação estímulo-resposta e conclui que a consciência é um fenômeno fortuito. Comenta trabalhos de outros autores anti-intelectualistas. Faz dois tipos de conclusão para toda esta filosofia neo-romântica e anti-intelectualista: diz que esses mesmos autores são fascistas (racistas, nacionalistas, corporativistas etc) ou são religiosos, sendo aproveitados pela Igreja. Levanta a tese que toda esta filosofia é reacionário-conservadora ou fascista

01.1.4. ESQUECIMENTOS DE SPENGLER. A Época. Rio de Janeiro, agosto de 1935.
Resumo: Neste artigo, Evaristo diz que a filosofia de Spengler não é original e que ele não fazia referências aos reais autores de idéias que divulgava como suas. Evaristo cita alguns autores que mostram esse traço na obra de Spengler. Ironiza dizendo que Spengler só se lembra de citar os autores de seu interesse.
01.1.5. FILOSOFIA. A Época. Rio de Janeiro, setembro de 1935; págs. 170-176.
Resumo: Evaristo, neste artigo, fala sobre a Filosofia, que tem como dois elementos principais o homem e o mundo. Segundo Evaristo, existem dois caracteres para a filosofia: totalização dos objetos e caráter cognoscitivo desta totalização. Ele fala das diferenças entre religião e filosofia e, além disso, fala sobre filosofia e arte - sobre filosofia atual -, sobre sua concepção de filosofia, baseada em conhecimento e ação. “Emmanuel Kant – Critique de la Raison Pure - Ernest Flamerion, Editeur – Paris – 1934 – 2 vols” – Evaristo de Moraes Filho faz uma resenha da obra “Crítica da Razão Pura”, de Emmanuel Kant. Comenta as quatro grandes partes que se dividem os dois tomos da obra. Segundo Evaristo Kant fez da “filosofia o que ela deve ser: uma totalizadora das ciências por uma atitude intelectual, por uma atitude de pensamento, que procura conhecer e saber”; anexo: “K. MARX – F. ENGELS – INTRODUCCIÓN AL MATERIALISMO DIALÉTICO Y AL SOCIALISMO CIENTÍFICO – M. AGUILLAR - EDITOR – M. AGUILLAR – EDITO – MADRID” – Evaristo de Moraes Filho faz resenha desta obra, que é uma introdução à filosofia marxista, compilada por Angel Pumarega

01.1.6. AINDA FREUD... Boletim de Ariel. Rio de Janeiro, maio de 1936.
Resumo: Evaristo diz que há uma injustiça em considerar Freud, filosoficamente, no mais exaltado irracionalismo, a partir de parte da sua obra. Freud teria baseado sua psicanálise nos princípios de repetição e de prazer. Evaristo destaca os estudos de Freud sobre os neuróticos e sobre sociologia. Comenta a obra “O Futuro de uma ilusão – psychanalyse das religiões”, na qual Freud tenta conciliar razão e instinto e diz: “não temos outro meio senão nossa inteligência para dominar nossa vida instintiva”

01.1.7. ENTREVISTANDO EMILE BRÉHIER. A Época. Rio de Janeiro, junho de 1936; págs. 3-8.
Resumo. Entrevista de Evaristo de Moraes Filho com Emile Bréhier, “Maitre de Conferences a la Sorbonne”.

01.1.8. HEGEL – FENOMENOLOGIA DEL ESPIRITU. A Época. Rio de Janeiro, Julho de 1936; págs. 30-33.
Resumo: Resenha da obra de Hegel sobre fenomenologia, “Hegel – Fenomenologia del Espiritu – Revista do Ocidente – Madrid – 1935”. Seção de textos filosóficos dirigida por José Gaos, traduzida por X. de Zubiri e editada pela Revista do Ocidente. Esta obra é uma introdução à Filosofia e ao sistema hegeliano. É a primeira grande obra de Hegel; “Hegel – Filosofia del Derecho – Revista de Ocidente – Madrid – 1935” - resenha da obra de Hegel sobre fenomenologia. Seção de textos filosóficos dirigidos por José Gaos, traduzida por F. E. G. Vicent e editada pela Revista do Ocidente. Nesta obra Hegel começa a conceituar a jurisprudência filosófica e tem por objeto a Idéia do Direito

01.1.9. LANDSBERG E SÓCRATES. A Época. Rio de Janeiro, julho de 1936; págs. 26-33.
Resumo: Comunicação de Evaristo de Moraes Filho feita à Sociedade de Sociologia, em janeiro de 1936, sobre o pensamento de Ludwig Landsberg acerca da academia platônica, sendo que nesta comunicação trata somente da parte socrática, ou seja, Evaristo fala sobre Landsberg e parte da obra.

01.1.10. HEGEL E SPENGLER. Boletim de Ariel. Rio de Janeiro, dezembro de 1936; págs. 80-81.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho diz que Spengler fez sucesso ao afirmar que o ocidente estava em decadência, como em outros ciclos históricos. Spengler dizia ser o último profeta da Europa e incluia-se entre os “cépticos helênicos”. Foi messiânico para a Alemanha derrotada em 1918. Entretanto, Ortega y Gasset diz que Spengler comete graves faltas de estilo ao apresentar como exclusivas e próprias idéias que haviam sido expressas antes por outros pensadores. Evaristo diz que Spengler esquece de fazer as referências necessárias. Neste artigo, diz Evaristo, pretende tratar somente das relações entre Hegel e Spengler. Segundo Evaristo, Spengler quando analisa a falta de compreensão histórica na antiguidade não cita Wundt, que já havia feito tal análise. Spengler analisou a dicotomia natureza-história, mas não citou Rickert, que já havia feito. Spengler escreveu sobre as figuras individuais das nações européias, conforme já havia feito Scheler. Hegel, segundo Evaristo, foi o primeiro a basear e a enfeixar toda sua filosofia na vida histórica. Para Hegel a manifestação do espírito objetivo (que é a idéia absoluta, mas que é somente em si) manifesta-se na história como completo desenvolvimento do espírito. Assim, a filosofia da história constitui o centro do sistema hegeliano. Quanto a Spengler, admitiu a divisão inicial entre história e natureza, chegando a conclusão do universo como história, assim como Hegel, mas este ficou esquecido, assim como outros filósofos importantes

01.1.11. FILÓSOFOS OCULTISTAS. A Época. Rio de Janeiro, 1936; págs. 28-33.
Resumo: Neste artigo Evaristo diz que Schopenhauer foi o maior erudito do seu tempo e que quis escrever sobre tudo, tanto que é o único metafísico do amor depois de Platão. Segundo Evaristo, Schopenhauer também escreveu sobre fatos ocultos, conforme o livro “As Ciências Ocultas”, baseados em dados científicos. Evaristo diz que outro filósofo a se interessar pelo ocultismo foi Bergson (inspirador da filosofia anti-intelectualista). William James também é analisado como pensador do psiquismo e seus fenômenos, a partir de observações e pesquisas em laboratório. Evaristo diz também que Max Scheler (fundador da sociologia do saber e demolidor da filosofia clássica, que inspirou Spengler) teve um caminho na filosofia parecido com o de Bergson e analisou, filosoficamente, a imortalidade da alma. Evaristo cita outros pensadores - como Driesch, Von Uexküll, Von Baer, La Dantec, W. Osvald, Notzing, Oesterreich, Scholz, que se dedicaram às questões de espírito, ocultismo, metafísica etc. Todos esses filósofos são anti-intlectualistas, diz ele, institucionistas, irracionalistas, fenomenologistas e místicos. Considera que se pode ver a crise por que passa a filosofia, que se afastou da ciência e utiliza a intuição ao invés do conceito, a imaginação e o invés da razão, o romance ao invés da ciência. Encera dizendo: “Vede, pois, o perigo conservador e de volta ao passado (...) que se oculta nesses ocultistas; que talvez viverão para assistir a única coisa capaz de dirigir o mundo: a inteligência”

01.1.12. A MARGEM DE CARREL. Cultura e Técnica. Rio de Janeiro, agosto de 1937; págs. 21-23.
Resumo: Neste artigo Evaristo fala sobre Carrel, que perpassaria o tempo e o conhecimento, de Sócrates até os dias atuais. Evaristo diz que ele é irmão gêmeo de Spengler e Keyserling, campeões do ceticismo e da dúvida serena.

01.1.13. A PROBLEMÁTICA DA SOCIOLOGIA DO SABER. A Idéia. Rio de Janeiro, setembro de 1937; págs. 19-23.
Resumo: Neste artigo Evaristo apresenta a Sociologia do Conhecimento ou do Saber – que estuda o “condicionamento social do saber (...); seu campo é tão amplo como o do saber humano realizado em sociedade” - e cita algumas obras que diz percussoras. Evaristo fala sobre as definições de Landsberg, Scheler, Von Wiese, A. Weber, Mannheim, Marx, sobre as diferenças entre sociologia da cultura e do saber, sobre marxismo e a sociologia do saber. Diz que as três grandes orientações da sociologia do saber se reportam “diretamente ao marxismo, ou para levá-lo adiante ou para combatê-lo. Suas problemáticas são as mesmas, só as soluções divergem”. Esta Sociologia do conhecimento, segundo ele, citando Von Wisie, foi iniciada e preparada pelo marxismo. Fala sobre problemas da Sociologia do conhecimento: a relação da estrutura do conhecimento com a forma de unidade social dada, a variabilidade da concepção natural do mundo, a gênese sociológica e psicológica do saber (Sociologia das religiões, da metafísica, da ciência positiva e da tecnológica).

01.1.14. A MARGEM DE KEYSERLING. Cultura e Técnica. Rio de Janeiro, outubro de 1937; págs. 12-13.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho diz que Keyserling antes de ser um pensador é um mágico, ou um simples repórter, que faz muitas viagens publicitárias procurando se promover. Evaristo diz que Keyserling é irracionalista e antiintelectualista, que se baseia somente em instintos, em tendências, em inconscientes, em irracionais e é inimigo público da ciência. Além dele há uma família de mágicos, ou anti-intelectualistas: Bérgson, Besant, Spengler, Berdiaeff, Carrel. Contudo, o mais perigoso em Keyserling é que ele atrai discípulos com facilidade. Evaristo diz que Keyserling e esses outros autores deveriam deixar a ciência e a filosofia em paz e se entregarem às suas liturgias.

01.1.15. SPRANGER E A GESTALT – PSYCHOLOGIE. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 12/09/1937.
Resumo: Neste artigo, Evaristo diz que pretende resumir, em ordem geral, as concepções destas duas doutrinas filosóficas, Spranger e a gestalt. No início, sobre a Gestalt, ele diz que ela não é tão nova, como querem os seus defensores mais extremados, e que alguns pesquisadores da psicologia clássica desenvolveram experiências e conclusões sobre o assunto. Spranger, em seus trabalhos, antes de iniciar estudos sobre formas de vida, defendia a psicologia como ciência do espírito. Ele fala sobre a psicologia estrutural (que representa uma conexão de sentido com referência a valores) e a dos elementos, caracterizando-as e contrastando-as. Evaristo fala sobre as similitudes entre a psicologia da gestalt e a de Spranger no combate à psicologia clássica e ao associacionismo, além da proposição de uma noção de estrutura física. Diz que essas semelhanças se restringem ao campo das generalidades e fala de discrepâncias. Diz que “Spranger é o lado espiritualista da gestalt” e que estes se diferenciam completamente no campo das aplicações. Spranger é o filósofo, o metafísico, o pensador da gestalt, enquanto os gestalistas são os homens de gabinetes, de laboratório. Evaristo levanta a questão de que alguns discípulos da gestalt queriam limitá-la à psicologia individual, ao contrário dos seus fundadores que tentavam uma concepção completa do mundo e da vida. Concluindo, Evaristo diz que “Spranger serviu-se da estrutura física para aplicá-la como conjunto (...), às suas formas de vida e mesmo a determinadas épocas histórico-culturais” e que ele é antes um filósofo da cultura e dos valores].

01.1.16. O CONTRATO NO DIREITO MODERNO. Cultura Social Trabalhista. Rio de Janeiro, novembro de 1937; págs. 29-36.
Resumo: Evaristo fala sobre direito romano na antiguidade e a noção de pessoa jurídica. Ele diz que não podemos compreender o direito romano, que deixou de ser para nós a origem dos conceitos fundamentais, pois é específico aos romanos da antiguidade, que, no máximo, nos deixaram terminologias jurídicas e não soluções e conceitos jurídicos. Evaristo fala sobre o direito no Código Napoleônico, a Lei Chapelleir e o início da legislação social (humanizando as relações entre capital e trabalho), além de falar sobre reformas nos códigos civis italiano e alemão. Discute direito romano e pensadores do assunto. Analisa o contrato individual, o contrato coletivo e a substituição do conceito de liberdade contratual por justiça social, além da presença do Estado na vida social e econômica. Ele diz que todos os contratos nascem da lei. Destaca as concepções de contrato no Brasil. Finaliza o artigo dizendo que Direito e Estado são uma única coisa, totalmente identificados.

01.1.17. SE PAPINI ENCONTRASSE ANATOLE. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 25/11/1937.
Resumo: Neste artigo Evaristo narra uma história ficitícia do encontro entre Anatole France e Giovani Papini, escritor italiano. Inicia falando sobre um diálogo entre Anatole e Remy de Gourmont acerca do novo livro de Anatole: “Joana d’Arq”. No meio do diálogo, conta Evaristo, passa por eles um homem feio, Giovani Papini, e chama atenção. Papini, por sua vez, reconhece Anatole como escritor famoso e questiona o motivo deles estarem olhando para ele, que esclarecem o motivo. Assim, Papini se apresenta, fazendo um discurso contra a beleza, a alegria, a humanidade etc. Anatole, por outro lado, o critica e defende valores opostos aos de Papini, enfatizando a piedade.

01.1.18. A MARGEM DE BERTRAND RUSSEL. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 09/12/1937.
Resumo: Neste artigo, Evaristo de Moraes Filho fala sobre Bertrand Russel e seu ceticismo. Inicia dizendo que fora acusado de somente destruir, sem nada colocar no lugar que depreciou, a exemplo dos artigos sobre Carrel e Keyserling, autores anti-intelectualistas e irracionalistas. Evaristo fala sobre Russel, matemático e filósofo racionalista e cético, descrevendo sua forma física e algumas obras na fase matemática do seu pensamento. Diz que Einstein, Wittgeinstein e outros assinaram artigos sobre seus livros e que nesta primeira fase Russel quer igualar a matemática à filosofia. Evaristo fala sobre a fase da I Guerra Mundial e da crítica de Russel a Descartes, dizendo, também, que hoje Russel é um campeão do ceticismo, prendendo-se ao ceticismo de Hume. Russel, segundo Evaristo, é contrário à filosofia anti-intelectualista de hoje, desenvolvida por Freud Watson e outros. Destaca o caráter racionalista e científico das concepções humanas presentes no pensamento de Russel.

01.1.19. INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA RURAL. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 12/12/1937.
Resumo. Evaristo diz que, exceto Sérgio Buarque de Holanda, ninguém mais falou sobre sociologia rural, um novo ramo da sociologia no Brasil. Evaristo diz que Sérgio Buarque apresentou esta escola, indicou fontes e aplicou seus resultados à formação rural do Brasil no livro “Raízes do Brasil”. Fala sobre a sociologia rural e urbana da escola norte-americana, além de a primeira aparecer como uma nova interpretação, como estudo sistemático do meio rural brasileiro, que se desenvolveu rapidamente nos Estados Unidos, dado o seu desenvolvimento agrícola. Evaristo faz histórico da sociologia rural e as obras que foram feitas sobre o meio rural. Fala dos objetivos da sociologia rural em relação às comunidades, conceituando a comunidade rural, a partir de uma discussão sociológica e citando vários autores.

01.1.20. PAULO PRADO E O ROMANTISMO. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 30/12/1937.
Resumo: Neste artigo, Evaristo de Moraes Filo diz que Paulo Prado é um inimigo do romantismo. O romantismo presente no livro “Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira”, de Paulo Prado, é um “delicioso romance histórico”. Fala sobre a conceituação que Paulo Prado dá ao romantismo, que vê que a essência do mal romântico é o divórcio entre a realidade e o artifício e que toda a história do Brasil foi romântica: tudo misantropias e pessimismo. Segundo Evaristo, Paulo Prado não se definiu em nenhuma das correntes do romantismo que apontou. Critica Prado por ter apontado como exemplos românticos da nossa história as Revoluções Pernambucanas de 1817 e 1924. Evaristo fala do movimento romântico como evasão, revolta, separação, “libertar-se” de alguma coisa, de todas as formas e medidas da idade clássica, citando vários autores, a partir dessa perspectiva, além de dizer que “tudo que se fez de grande, de nobre, de ideal no mundo foi devido ao romantismo”. Fala de vários episódios históricos nos quais os ideais românticos estavam presentes, contrariando teses de Paulo Prado, e que o romantismo é, por sua própria natureza, contraditório, “é deus o diabo”.

01.1.21. A COMUNIDADE RURAL. Mensário Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, fevereiro de 1938; págs. 193-197.
Resumo: Neste artigo, Evaristo diz que a comunidade é o centro de todos os estudos da sociologia rural. Fala das definições de comunidade, a partir dos estudos de Tönnies, Simmel, Durkheim, Sorokin, Galpin, Zimmerman, entre outros autores, destacando a restrita localização territorial, o contato face-a-face, os interesses comuns, a consciência dos elos de comunhão. Classifica as comunidades em elementares e cumulativas. Evaristo diz que a comunidade está onde estiver o seu centro de interesse, seja ele político, econômico, religioso, educacional, esportivo.

01.1.22. CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA. Boletim do C. E. B. Rio de Janeiro, fevereiro de 1938.
Resumo: Evaristo fala sobre a civilização brasileira. Inicia conceituando-a como cultura-técnica, domínio da natureza, vontade de poder. Diz: “toda cultura quando trabalha pela técnica passa a ser civilização”. Fala sobre o Brasil e cinco épocas econômicas: a era colonial ou do pau-brasil, a civilização do açúcar, a civilização do couro, a civilização dos minérios e a civilização do café. Conclui falando sobre a enorme importância que representam para o Brasil a civilização da cana-de-açúcar e do café, a do escravo e a da monocultura.

01.1.23. O SOLITÁRIO DE PARIS. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 10/02/1938.
Resumo: Evaristo fala sobre André Suarez, o “solitário de Paris”. Diz que ele vive solitário no centro da mais requintada e sociável cidade do mundo, “surdo no meio da solidão” e que vive em uma penitência voluntária e dolorosa, como “prisioneiro de si mesmo”, ruminando seu ódio pela humanidade. Segundo Evaristo, Suarez e Nietzsche são duas vidas paralelas e que a música os aproxima. Fala sobre livros lançados por Suarez, que tem a forma parecida com a de Nietzsche, e estes os ajudam a superar o isolamento. Cita trechos nos quais Suarez ataca a humanidade.

01.1.24. A COMUNIDADE RURAL. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 27/02/1938.
Resumo: Neste artigo Evaristo diz que a comunidade é o centro de todos os estudos da sociologia rural. Fala das definições de comunidade, a partir dos estudos de Tönnies, Simmel, Durkheim, Sorokin, Galpin, Zimmerman, entre outros autores, destacando a restrita localização territorial, o contato face-a-face, os interesses comuns, a consciência dos elos de comunhão. Classifica as comunidades em elementares e cumulativas. Evaristo diz que a comunidade está onde estiver o seu centro de interesse, seja ele político, econômico, religioso, educacional, esportivo.

01.1.25. GABRIEL D’ANNUNZIO. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 17/03/1938.
Resumo: Evaristo fala sobre a morte de Gabriel D’Annunzio, “o maior cabotino que este planeta já teve a desventura de suportar”, padrinho literário de Agripino Griecco. Diz que D’Annunzio teve grandes “momentos de fastígio e que gozou da intimidade das duas maiores atrizes do seu tempo. Fala sobre os métodos de escrita de D’Annunzio. Evaristo diz que ele teve a infelicidade de viver muito e assistiu ao seu próprio funeral na memória dos homens. Destaca a poesia de D’Annunzio e da sua ligação com Nietzsche. D’Annunzio e sua obra, diz Evaristo, se caracterizam por um excesso de virtuosismo, por uma sensualidade exasperada, por uma “verbosidade vazia”. Menciona um artigo que Papini escreveu sobre o discurso de D’Annunzio e que, segundo ele, este “não passa de um ourives de grande estilo, (...) é um libertino, um cortesão, um vicioso, jamais terá paixões verdadeiras”.

01.1.26. AINDA D’ANNUNZIO. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 14/04/1938.
Resumo: Neste artigo, que é continuação do anterior, do dia 17/03/1938, Evaristo fala sobre os plágios de D’Annunzio. Diz que Enrico Thovez acusou D’Annunzio de surrupiar autores nacionais e estrangeiros, que justificou dizendo que muitos outros também fazem isso. Evaristo segue analisando essa postura de D’Annunzio. Conta uma anedota na qual ele entrega uma jóia falsa a um repórter e este só toma conhecimento quando manda avaliá-la. Esta anedota ilustra um retrato simbólico de D’Annunzio, que na vida “nunca passou de exibicionista de jóias falsas, de um pintor de modelos suspeitos, de um general de soldadinhos de chumbo”. Evaristo mostra vários exemplos dos plágios de D’Annunzio.

01.1.27. A MARGEM DE KEYSERLING. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 21/04/1938.
Resumo: Evaristo diz que Keyserling antes de ser um pensador é um mágico, ou um simples repórter, que faz muitas viagens publicitárias procurando se promover. Evaristo diz que Keyserling é irracionalista e antiintelectualista, que se baseia somente em instintos, em tendências, em inconscientes, em irracionais e é inimigo público da ciência. Além dele, há uma família de mágicos, ou anti-intelectualistas: Bérgson, Besant, Spengler, Berdiaeff, Carrel. Contudo, o mais perigoso em Keyserling é que ele atrai discípulos com facilidade. Evaristo diz que Keyserling e esses outros autores deveriam deixar a ciência e a filosofia em paz e se entregarem às suas liturgias.

01.1.28. A MARGEM DE PAPINI... Rio de Janeiro, Dom Casmurro, 28/04/1938.
Resumo: Evaristo fala sobre Papini. Inicia falando que adquiriu livros, em uma banca de livros na rua São José, e que através deles analisa os vários autores, na série “A Margem de...”. Fala sobre as notas que fez nestes livros na medida em que foi lendo-os, inclusive o de Papini. Evaristo diz que Papini quis ser gênio e herói no início – quer ser perfeito, quer ser grande, lutando, odiando, agredindo e ferindo -, mas no fim ele quis ser santo, ressaltando seu caráter lírico e sua bondade. Diz que os grandes revoltados são sempre líricos desiludidos e românticos, assim como Papini. Evaristo fala que Papini é um “desajeitado entre os bem educados desta vida, um eterno descontente deste planeta sub lunar e dos seus habitantes” e que ele escreve sobre a tristeza e a revolta. Papini agora é católico, mas se não o fosse seria um irmão, um cético anatoliano ou voltaireano. Evaristo fala sobre o livro “Um Homem Acabado”, de Papini. Finaliza dizendo que “a revolta de Papini é contra os que o impedem de viver ao seu modo. Dos que o perturbam na sua fantasia”.

01.1.29. O NEGRO NO CAMPO E NA CIDADE. Boletim do C. E. B. Rio de Janeiro, abril de 1938.
Resumo: Neste artigo Evaristo diz que campo e cidade não são iguais, assim como os homens que habitam essas regiões. Fala das diferenças gerais do meio rural e do meio urbano, tais como: ambiente, tamanho das comunidades, densidades das populações, homogeneidade e heterogeneidade das populações, mobilidade social, da direção de migração, da diferenciação e estratificação sociais, do sistema de interação social. Além disso, fala sobre as diferenças dos negros do campo e da cidade: uma está ligada à inteligência, que dos primeiros é menor do que dos segundos; outra diferença entre os negros do campo e da cidade está ligada às espécies de doenças, sendo que a cidade é mais higiênica do que o campo. Diz que, historicamente, os negros fugiam mais do campo do que das cidades. Finaliza o artigo dizendo que este pretende somente propor o assunto das diferenças físicas, intelectuais, patológicas e de conduta entre o negro do campo e o da cidade.

01.1.30. O INTELECTUAL. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 14/047/1938.
Resumo: Neste artigo Evaristo faz críticas aos intelectuais, principalmente os ensaístas, os romancistas, pensadores etc. Ele diz que estes intelectuais não têm ocupação e, por isso, têm tempo para abstrações e divagações, sem compromisso com a cientificidade dos processos naturais e sociais. Segundo ele, se esses intelectuais morressem a humanidade não sentiria falta. Exemplifica narrando uma cena de intelectuais conversando no fundo de um bar, que para um expectador desavisado não teria menor sentido. O intelectual é um doente, “esquizofrenicamente” vaidoso, que “vive em mundos irreais de fantasia e de sonho, imagina-se gênio, tipo singular, marcador de épocas. (...) O intelectual é um pobre enjeitado sem profissão, um desempregado, um fracassado na vida comum de todos os mortais”. Fala da reciprocidade que existe entre os intelectuais. Faz um contraponto desses intelectuais com os trabalhadores, operários, os que morrem de frio, dor etc. Diz Evaristo: “o dia em que o intelectual tiver sofrido realmente, verdadeiramente, humanamente, ele começará a ser digno do nome que leva”.

01.1.31. A MARGEM DE CARREL. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 05/05/1938.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre Carrel, que perpassaria o tempo e o conhecimento, de Sócrates até os dias atuais. Evaristo diz que ele é irmão gêmeo de Spengler e Keyserling, campeões do ceticismo e da dúvida serena.

01.1.32. TRÊS MOMENTOS DE POESIA. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 02/06/1938.
Resumo. Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre o livro “Três Momentos de Poesia”, que tem como autores Augusto de Almeida Filho, Anuar Fares e Vito Pentagna. Fala de diferenças entre filosofia e poesia, além de Augusto de Almeida Filho e seu trabalho poético.

01.1.33. O GRANDE ADVOGADO. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 23/06/1938.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre a profissão do advogado, destacando a “nobreza da profissão” e sua experiência na FND. Compara o advogado ao médico. Diz que a profissão do advogado se tornou um negócio, com objetivos de lucros e exploração dos pobres e critica os advogados que usam a profissão somente para ganhar dinheiro e que não entendem de direito. Segundo ele, esses são os grandes advogados, que não têm diferenças em relação aos capitalistas. Fala da advocacia como um negócio. Aconselha aos alunos que começam na Faculdade de Direito a não se dedicar à indústria, ao comércio, à política e a qualquer outra cavação. [2 exemplares]

01.1.35. RICKERT E ROSSINE. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 28/07/1938.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre o contraste natureza e sociedade na filosofia da escola de Baden. Fala sobre as concepções filosóficas de Rickert, que dirigiu a escola de Baden, sobre o aprofundamento das questões em torno do contraste natureza e história, ciência da natureza e ciências do espírito; fala sobre natureza e trabalho. Evaristo fala sobre o poeta Rossine, que escreve a partir da sociedade e não da natureza, um poeta exclusivo da sociedade. Evaristo mostra como esses temas aparecem no trabalho de Rossine. Diz que na poesia de Rossine palpita angustia, mal-estar, sufocação.

01.1.36. IRREVERÊNCIA. Diário de Notícias. Rio de Janeiro, 23/08/1938.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho diz que a comunidade é o centro de todos os estudos da sociologia rural. F fala das definições de comunidade, a partir dos estudos de Tönnies, Simmel, Durkheim, Sorokin, Galpin, Zimmerman, entre outros autores, destacando a restrita localização territorial, o contato face-a-face, os interesses comuns, a consciência dos elos de comunhão. Classifica as comunidades em elementares e cumulativos. Evaristo diz que a comunidade está onde estiver o seu centro de interesse, seja ele político, econômico, religioso, educacional, esportivo.

01.1.37. ALIMENTAÇÃO E O SALÁRIO MÍNIMO. Jornal dos Chauffeurs. Rio de Janeiro, 31/08/1938.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre a relação da má alimentação dos trabalhadores com os baixos salários. Diz que a alimentação faz parte dos estudos sociológicos e que ela possibilita entender certos distúrbios orgânicos e sociais. Fala sobre estudos e problemas da má alimentação, destacando que a alimentação do trabalhador brasileiro é de pouco valor nutritivo e que este problema é resultado dos baixos salários, que devem melhorar a partir da fixação do salário mínimo.

01.1.38. NOTAS DE UM ESCRITOR ROMÂNTICO. Boletim do C. E. B. Rio de Janeiro, agosto / setembro de 1938.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre trechos de um projeto de livro chamado “Jornal de um homem de 23 anos”. Diz que escreve para se vingar do mundo, para amaldiçoar a vida, porque sofre, porque espera, porque deseja, para desabafar. Fala sobre Goethe, sobre o ato de escrever e sobre a criação literária. Diz que é adepto do romance social, objetivo e realista, além do psicológico.

01.1.39. ELOGIO DO MOÇO. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 08/10/1938.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre cartas de protestos, que o jornal recebeu, contra os artigos que ele escreveu criticando autores como D’Annunzio, Carrel e Keyserling. Fala sobre os defensores dos autores criticados por ele. Diz que serão três artigos para tratar desses protestos. Outro ponto dos protestos refere-se à sua juventude e capacidade de tecer tais críticas, que é um “argumento dos fracassados”. Além disso, comenta e defende as potencialidades da mocidade, falando sobre a apologia do moço em Keyserling. Diz que a nova geração, pós-guerra, leva a vida mais a sério e que “o moço de hoje prefere estudar filosofia, sociologia, compreender o mundo e a sociedade, a fazer poesia (...); toda geração da guerra é irreverente e crítica, ao mesmo tempo em que é precoce”. Além disso, Evaristo fala sobre o homem, a descoberta e a valorização da vida, a partir do acúmulo de conhecimentos a cultura e o tempo. Fala sobre a experiência e o processo de educação e diz que viver é ter capacidade de apanhar o inimigo de surpresa e não simplesmente ser apanhado de surpresa.

01.1.40. QUANDO ROUSSEAU TEM RAZÃO. A Época. Rio de Janeiro, novembro / dezembro de 1938.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre direito constitucional. Inicia falando sobre o programa de Direito Constitucional da FND, em 1934, que era muito grande e prolixo. Diz que o arcabouço do direito é formalista e artificial, inventado pelo jurista dentro do seu gabinete, que também cria as doutrinas, os sistemas etc. Contudo, as questões do verdadeiro direito estão nos jornais, nos botequins, nos homens, nos casos diários etc, e que os direitos mais teóricos são o penal e o constitucional. Diz Evaristo: “quanto mais teoria, mais crime... O mesmo pode se dizer do direito constitucional”. Segundo ele, Deguit foi um dos literatos constitucionalistas que não se enganou, dizendo que “tudo no mundo social se reduz divisão entre governantes e governados”, entre fortes e fracos. Neste sentido, tanto Rousseau (chefe dos românticos) quanto Deguit (chefe dos realistas) choram a morte do direito constitucional, em face de desgraça comum. Evaristo discute a questão do uso da força e dos direitos à vida e do próprio corpo nos dois autores. Diz que Rousseau, neste contexto, tem razão e o cita: “ceder à força é um ato de necessidade, não de vontade”.

01.1.41. VIRGÍNIA FALA... Jornal da Manhã. Rio de Janeiro, 22/01/1939.
Resumo: Este artigo é um trecho do projeto de livro “Jornal de um homem de 23 anos”. Evaristo de Moraes Filho fala sobre diálogos com Virgínia, que o ajudou distribuir o assunto deste suposto jornal e que lia e discutia esses textos com ele; narra um diálogo entre os dois no qual ela discorda de pontos de vista dele acerca de sósias, suicídios etc, presentes nas questões do texto.

01.1.42. NÍVEL DE VIDA RURAL. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 19/02/1939.
Resumo: Artigo do livro “Capítulos de sociologia rural” no qual Evaristo de Moraes Filho fala sobre estudos de Le Play, que se preocupou com as pesquisas sobre nível de vida. Fala sobre as pesquisas, neste campo, nos Estados Unidos. Diz que todos os sociólogos rurais defendem que os estudos sobre o nível de vida são os mais importantes da sociologia rural. Destaca a conceituação de nível de vida, além da sua relação com renda, exploração agrícola e diferenças sociais. Compara o “padrão rural” com o “padrão urbano”. Transcreve as diferenças de “padrão de vida rural e urbano” do livro de Sorokin e Zimmerman.

01.1.43. NÍVEL DE VIDA RURAL. Mensário do Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, fevereiro de 1939; págs.; 487-491.
Resumo: idem ao artigo “Nível de vida rural”. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 19/02/1939.

01.1.44. NÍVEL DE VIDA RURAL. Boletim do MTIC. Rio de Janeiro, março de 1939; págs. 277-290.
Resumo: idem ao artigo “Nível de vida rural”. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 19/02/1939.

01.1.45. NÍVEL DE VIDA RURAL. Publicação Oficial do IAPC. Rio de Janeiro, abril de 1939; págs. 57-59.
Resumo: idem ao artigo “Nível de vida rural”. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 19/02/1939.

01.1.46. O REALISMO DOS DOIS LADOS. Revista do Brasil. Rio de Janeiro, agosto de 1939; págs. 67-76.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre romantismo e realismo em uma concepção mais ampla e aprofundada do que as do século XIX, enfatizando que o romance contemporâneo contempla o homem nas suas dimensões materiais, psicológicas e emocionais, principalmente nas suas interações sociais. Diz que os movimentos filosóficos antecedem aos movimentos culturais e que “cada movimento cultural é suscitado pela forma da sociedade existente”. Neste sentido, segundo Evaristo, Rousseau antecedeu o romantismo e o fundamentou, servindo de pensador, de referência. Por outro lado, Bergson é o maior teorizador deste estilo e Freud, que mostrou a confusão permanente entre o sonho e a vigília, foi um grande doutrinador. Destaca que uma das características da arte moderna é a revolta contra a razão. Segundo Evaristo, Joyce e Proust são os maiores representantes da “paz sombria”, do realismo dos dois lados (dicotomias interior e exterior, subjetivo e objetivo, introvertido e extrovertido, fantasia e realidade). Dostoiewisk, entretanto, foi um percussor genial de todo esse movimento literário contemporâneo. Quanto aos autores de romances realistas dos dois lados, cita Maupassant, Joyce e Proust. Destaca que depois de Dostoiewisk e Joyce o “romance passou a ser um retrato do corpo inteiro” e que hoje o romance tornou-se mais complexo do que no século XIX, além de todos eles serem realistas, falando de emoção social. Neste sentido, no Brasil, a obra de Graciliano Ramos se destaca como um realismo dos dois lados. Conclui dizendo que “o homem deste século já está cansado de unilateralismos e de exclusivismos”.

01.1.47. EVARISTO DE MORAES E A MOCIDADE. A Época. Rio de Janeiro, 1º/12/1939. págs; 12-14.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre Evaristo de Moraes, seu pai. Diz que ele nunca perdeu o entusiasmo de seus vinte anos e que, citando Disraeli, quase tudo de grande que existe foi criado pela mocidade. Segundo Evaristo de Moraes Filho, o mais comum, citando um caso relatado por Sinclair em um de seus livros, é encontrar aqueles que não recordam os ideais da mocidade. Ele diz que seu pai sempre foi fiel aos ideais da mocidade, procurando ler o que os moços liam, lutar e acreditar conforme os moços. Evaristo de Moraes Filho considera que a mocidade momento é a mais estudiosa e culta do Brasil nos últimos 40 anos. Entretanto, esta mocidade, ao contrário da geração anterior, não tem mais referências, grandes homens, e sim um terreno seco e batido, sem grandes árvores, não tendo onde se refugiar, restando somente a própria sombra. Neste sentido, diz que Evaristo de Moraes esteve presente em todas as festas de estudantes que foi convidado e que sempre esteve disponível a recebê-los e aconselhá-los. Evaristo de Moraes Filho diz que o pai, mesmo não estando mais entre os vivos, é o grande exemplo para os moços, um exemplo que a ser imitado.

01.1.48. TRIBUNAIS DE APELAÇÃO DO RIO E S. PAULO. Revista de Crítica Judiciária. Rio de Janeiro, maio de 1940; págs. 217-221.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho comenta dois processos dos tribunais apelação de São Paulo e do Rio de Janeiro. A Epígrafe diz que as empresas de serviços públicos não estão sujeitas à lei nº 62. Quanto ao Tribunal de Apelação de São Paulo defende que a Lei 62 será aplicada às concessionárias de serviços públicos, enquanto o do Rio de Janeiro considera que não. Evaristo diz que esta lei é uma lei geral sobre a rescisão do contrato de trabalho na indústria e comércio, incluindo as empresas concessionárias, defendendo, assim, a posição do tribunal de São Paulo.

01.1.49. MOVIMENTO CULTURAL E GERAÇÃO. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 03/08/1940; pág. 7.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre movimentos literários e filosóficos de geração, que é um jogo livre de planos, nada combinado, várias leituras diferentes, mas existe um ponto em comum por trás da diversidade, unidades de pontos de vista. Contrapõe movimento arbitrário ao movimento “natural”, “que surge antes de um encontro de ideais que iam se reunindo ao acaso”. Fala de renovação da literatura pelas novas gerações, destruindo o que for injusto e errado do velho, aparecendo como critério julgador. Evaristo propõe justificar filosoficamente este movimento, falando sobre vários autores, enfatizando a juventude e o seu caráter renovador. Fala sobre o caráter conservador do velho, que já foi um renovador no passado. Cita Cournot dizendo que ele baseia toda sua doutrina de sociedade nesse suceder contínuo de gerações. Diz que esses movimentos de renovação surgem por todos os lados. Fala também sobre os modernistas brasileiros, que já deu o que tinha que dar.

01.1.50. A MASSIFICAÇÃO DO HOMEM. Revista Acadêmica. Rio de Janeiro, novembro de 1940.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho diz que Carrel tem medo das grandes massas humanas, da massificação humana. Fala sobre autores que escreveram sobre esta questão no século XIX e o temor que tinham, assim como fez Carrel no século XX. Destaca alguns estudos contemporâneos acerca a massificação da vida. Comenta trechos de livro de Leopold Von Wisie sobre o estudo da massa, destacando um estudo de Werner Sombart. Segundo Evaristo, Carrel não “empresta nenhum fundamento social ou econômico” para o problema da massificação humana e diz: “é impossível compreender a massa sem o estudo concomitante da técnica de nossos dias”. Considera que o crescimento das populações possibilitou o “desenvolvimento do capitalismo em todo mundo, oferecendo-lhe a mão-de-obra necessária”. Entretanto, ao contrário do que pensa Carrel, “a massa não é criação arbitrária da democracia (...). Ambas são condicionadas pela técnica moderna”.

01.1.51. CONHECIMENTO DO SER HUMANO. A Tarde. Rio de Janeiro, 1940.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho diz que é falsa a tese de Carrel acerca do conhecimento humano, na qual ele diz que este é “uma espécie de revelação instantânea, de improviso, repentina”. Segundo Evaristo, é pelo conhecimento do mundo que o homem domina a natureza e que conhecer o mundo é a fase prévia do conhecimento humano, possibilitando ver suas capacidades. Ele descarta a possibilidade de imaginação no conhecimento, destacando que é na vida que o homem encontra o caminho para o seu conhecimento, em uma luta constante com a natureza, com o mundo, com a vida animal. Volta a falar de Carrrel, dizendo que ele toma o homem em abstrato, que desenvolve o conhecimento psicologicamente, biologicamente. Defende o conhecimento a partir das classes sociais e não pelas classes biológicas, conforme defende Carrel.

01.1.52. ÚLTIMO LIVRO DO NOVO MINISTRO DO TRABALHO. Estado da Bahia. Salvador, 06/01/1942.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho faz um contraponto entre as Idéias e as ações. Comenta o livro “Vocações da Unidade”, de Alexandre Marcondes Filho, então ministro do Trbalho do Governo Getúlio Vargas. Diz que ele é um autor consumado. Evaristo escolhe vários trechos do livro para exemplificar a “musicalidade e a afluência” da escrita de Marcondes. Divide em quatro categorias as orientações do autor, a saber: humanista, nacionalista, democrata e pan-americanista. Fala sobre humanismo e pragmatismo, sobre a técnica, que representa o lado prático das ciências teóricas. Diz que a técnica é neutra, mas os homens de Estado as desviam, acrescentando que o capitalismo só aproveita sua invenção lucrativa. Fala sobre política, que tem como fim principal “elevar a condição humana sobre a terra”, conforme Marcondes Filho diz em seu livro. Evaristo diz: “não há dúvida, estamos em presença de uma profissão de fé e de um programa”. Diz que não se governa com tirania e que há uma eterna busca pelo elemento humano, conforme Marcondes Filho escreve no livro. Fala sobre a ação dos valores nacionalistas.

01.1.53. ÚLTIMO LIVRO DO NOVO MINISTRO DO TRABALHO. Estado da Bahia, Salvador, 07/01/1942. Continuação do artigo publicado na edição de 06/01/1942.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre nacionalismo, democracia e pan-americanismo, temas presentes no livro de Marcondes Filho, “Vocações da Unidade”. Evaristo diz que existem dois tipos de nacionalismos: o bom e o ruim. Fala sobre nacionalismo e a guerra, dizendo que o nacionalismo de Marcondes Filho é cultural, não agressivo, no qual o Brasil deve desenvolver-se, crescer e criar. Destaca, também, o pan-americanismo no pensamento de Marcondes Filho, no qual o Brasil ajudaria as outras nações da América do Sul, a partir do fortalecimento do seu nacionalismo. Além disso, fala sobre as tendências democráticas de Marcondes Filho e o apoio da opinião pública para governar. Evaristo diz: “através das concepções políticas de Alexandre Marcondes Filho – humanista, nacionalista, democrata e pan-americanista – tudo é de se esperar de sua administração como Ministro do Trabalho”.

01.1.54. VOCAÇÕES DA UNIDADE. Dom Casmurro. Rio de Janeiro, 10/01/1942.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre o livro “Vocações da Unidade”, publicado por Alexandre Marcondes Filho em princípio de dezembro. Elogia o título, escolhido pelo autor, que faz referência a unidade nacional. Questiona a unidade lingüística, econômica, social, política. Fala sobre os problemas da unidade no período colonial, citando Oliveira Vianna e Gilberto Freyre. Destaca as modificações político-institucionais no período do império, no sentido de construir, organizar, administrar. Fala sobre as preocupações com a unidade na república, sobre federalismo, política dos governadores etc. Foi na República que cresceram os meios de comunicação e união, mantendo-se a unidade lingüística, social e política e surgindo uma verdadeira unidade territorial, base do unitarismo subseqüente e sobre o progresso do Brasil, segundo Marcondes Filho. Diz Evaristo: “quer dizer, como muito bem acentua o autor de ‘Vocações da Unidade’, que o surgimento de um regime de centralização política, no qual tudo depende do Poder Executivo federal, nada mais é do que o resultado final de uma evolução que vinha, há muito, se processando. Estava em todas as consciências essa necessidade de unitarismo”, em contraponto ao federalismo. Entre muitos outros escritores a tratar do problema da unidade nacional, Marcondes Filho foi o que melhor o fez e que seu livro era muito atual, lembrando que livro foi escrito aos poucos – de 1936 a 1941 -, nascido de conferências e discursos pelo Brasil.

01.1.55. CONCEITO DE TRABALHO A DOMICÍLIO. Revista do Trabalho. Rio de Janeiro, abril de 1942; págs. 15-22.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho diferencia trabalho em domicílio de trabalho artesanal. Diz que o trabalhador assalariado, em domicílio, é protegido por toda a legislação trabalhista, como qualquer outro empregado, uma prestação de trabalho permeada por relações contratuais. Neste sentido, a legislação brasileira está atrasada. Segundo Evaristo, os autores franceses, italianos e espanhóis são unânimes em afirmar que o trabalho em domicílio é um trabalho assalariado, no qual o trabalhador está subordinado juridicamente e economicamente ao patrão quanto qualquer empregado de fábrica. Cita trabalhos e reflexões desses autores. Evaristo diz que no Brasil alguns autores que trataram deste tema, mas sem aprofundamentos, e cita trabalhos desses autores brasileiros. Fala sobre legislações trabalhistas de outros países – Portugal, Alemanha, França, Itália, Polônia, Argentina -, nas quais o trabalho em domicílio é equiparado ao trabalho assalariado da fábrica. Portanto, diz, a tendência das legislações contemporâneas e da jurisprudência internacional é a incorporação dos trabalhadores em domicílio na categoria de empregados subordinados, protegidos pelas legislações sociais. Fala, também, sobre as funções do trabalhador em domicílio, em uma relação assalariada com o patrão. Evaristo defende que esta relação é um contrato de trabalho e diz que o conceito de empregado na Lei nº 62 é muito mais amplo. Além disso, fala sobre direito de férias aos trabalhadores em domicílio e descanso semanal remunerado.

01.1.56. RECURSO EXTRAORDINÁRIO E AS ANTIGAS AVOCATÓRIAS JULGADAS PELOS ATUAIS CONSELHOS REGIONAIS. O REGIME DA AVOCATÓRIA NAS EXTINTAS JUNTAS. Revista do Trabalho. Rio de Janeiro, junho de 1942; págs. 5-10.
Resumo: Evaristo de Moraes Filho fala sobre o regime da avocatória nas extintas juntas (artigo 28 do Decreto nº 22.132, de 25/11/1932). Levanta a seguinte questão: “caberá algum recurso para a instância superior da decisão do Conselho Regional do Trabalho em caso de avocatória?”. Fala sobre duas correntes que são a favor e contra essa questão. Evaristo se posiciona a favor da primeira e mostra os argumentos dos que são contra. Segundo o artigo 29, o ministro do Trabalho poderia confirmar, modificar ou reformar a sentença anterior das juntas, como se não houvesse julgado precedente. Destaca que na avocatória está a figura do recurso. Fala da lei de transição entre dois regimes processuais sucessivos no subtítulo, “Leis de transição – Decreto-Lei nº 3229 A, de 30/4/1941”. Diz que pela leitura deste artigo “aufere-se que o Conselho é soberano no julgamento. Não se deve confundir suas atribuições com as antigas conferidas ao Ministro”. Fala sobre a avocatória e os atos do ministro. Destaca que a avocatória deixa de ser um ato de autoridade administrativa e passa a ser um ato julgado pelo conselho Regional, um ato judiciário e coletivo. No subtítulo “Direito processual transitório”, fala sobre o princípio da retroatividade das leis processuais. Fala sobre a diferença entre a lei do fundo e a lei processual. Diz, concluindo, que “todos os processos pendentes devem obedecer a todos os novos elementos e modificações da nova organização judiciária: atos, formas, termos, provas etc”. No subtítulo “Cabimento do recurso extraordinário”, Evaristo fala sobre as opiniões dos autores quanto aos recursos no direito transitório processual.

01.1.57. ALTERAÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. Revista do Trabalho. Rio de Janeiro, janeiro de 1943; pág. 5-14.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre a remuneração no contrato de trabalho, concentrando-se na medida para fixação da retribuição e fazendo a diferenciação salário por unidade de tempo e salário por unidade de obra. Diz que a mudança nas formas de salário altera o contrato de trabalho. Segundo Evaristo, os trabalhadores preferem a remuneração por tempo e os patrões por obra. Fala sobre argumentos favoráveis e outros contra a remuneração por peça, citando vários autores estrangeiros. Os salários, diz Evaristo, atualmente passaram a interessar diretamente aos poderes públicos, fazendo parte de constituições de países cultos. Evaristo diz que o salário deixou de ser simples cláusula contratual e passou a ser regulado pelos Estados. Fala da intervenção do Estado e das lutas dos trabalhadores. Descata o binômio trabalho-salário na relação entre patrão e empregado, criando, os dois, o contrato de trabalho. Fala sobre o contrato de trabalho na legislação brasileira, espanhola, alemã, búlgara, mexicana. Destaca que a remuneração é cláusula essencial no contrato de trabalho e que qualquer alteração unilateral pode alterá-lo, porém, diz, não temos jurisprudência abundante sobre este assunto. Diz que em parecer recente, naquela pépoca, prenunciava-se sobre esta matéria, considerando que ao invés de mudar bruscamente as cláusulas contratuais o empregador deveria procurar um entendimento prévio com o respectivo sindicato operário. Fala sobre o salário-mínimo e vários outros salários: justo, profissional, família. Considera que não há acordo, entre vários autores, sobre esta matéria dos salários. Evaristo diz: “o salário-mínimo nada diz a respeito de nenhuma obrigação de correlação com a produção efetiva do operário. Esta proporcionalidade é o indicativo do salário justo”. Chama a atenção dos tribunais especializados para as modificações injustas nas cláusulas salariais, dada a importância que têm para o contrato de trabalho.

01.1.58. KEYSERLING E O DINHEIRO. Vamos Ler. Rio de Janeiro, 08/04/1943; pág. 13. Neste artigo Evaristo de Moraes diz que Keyserlin faz anúncios dos seus produtos, conforme um “camelot”, de forma intencional, em muitas viagens. Diz que essas viagens são sempre de comércio, negócio e propaganda e que em sua mala tem somente uma enorme quantidade de livros, caracterizando um mercantilismo ambulante de Keyserling. Evaristo diz que “seu cérebro só funciona se lhe derem dinheiro”. Fala sobre um episódio no qual um inquérito de “Les cahiers du mois” iniciaram relacionando os intelectuais do oriente com os do ocidente e Keyserling teria respondido que estaria sem tempo para responder às questões e que as possíveis respostas estariam em artigo escrito em um livro seu, “Philosophie als Kunst”, sendo que cobrava pela autorização de tal artigo.

01.1.59. O SEGREDO DOS GENERAIS RUSSOS E DE MONTGOMERY. Diretrizes. Rio de Janeiro, 06/05/1943; págs. 2 e 16. Diz que o general Montgomery é o mais popular dos chefes de guerra da Inglaterra. Quanto aos generais russos, diz que são chefes que nascem do povo, com todas suas qualidades e defeitos, e sabem porque lutam e o que desejam ao fim de cada combate. Esses generais, diz Evaristo, vêem os soldados como irmãos, companheiros de luta e de esperança. Tanto os soldados do 8º Exército quanto os russos lutam com firmeza e heroísmo e os subalternos entendem a linguagem dos seus guias, havendo entre eles uma intensa simpatia humana etc. Evaristo analisa duas maneiras de ir para a luta: por fanatismo ou por livre vontade. Destaca que essas observações foram inspiradas em um pronunciamento que o general Montgomery fez agradecendo aos soldados pelo trabalho que realizaram até o momento. Evaristo transcreve um trecho do pronunciamento, segundo ele espontâneo e sincero; diz que esta foi uma lição que Montgomery aprendeu com os russos: a de humanizar as relações com as tropas.

01.1.60. A LEGISLAÇÃO DE GUERRA DE INICIATIVA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO. Revista do Trabalho. Rio de Janeiro, maio de 1943, págs. 21-26. Evaristo de Moraes Filho relaciona Decretos-Lei, Portarias Ministeriais e Leis elaboradas pelo ministério do Trabalho, no momento de guerra. Elabora um índice alfabético e remissivo.

01.1.61. CONCEITO DE EMBRIAGUÊS HABITUAL. Revista do Trabalho. Rio de Janeiro, julho de 1943; págs. 5-11.
Resumo: Fala sobre a letra d, do artigo 5º, da lei nº 62, de 5 de julho de 1935, que constitui justa causa para a rescisão do contrato de trabalho a embriagues habitual ou em serviço por parte do empregado; fala sobre a definição da palavra embriaguês para a linguagem dos mestres – ingestão de substâncias inebriantes – e para a linguagem popular – ingestão somente de álcool. Segundo ele, o álcool leva a decadência física e psíquica do indivíduo, levando a incapacidade para o trabalho. Por esses motivos a lei colocou este problema como passível de justa causa e rescisão do contrato de trabalho. Questiona quando a embriagues habitual é passível de justa causa e fala sobre várias definições para a questão. Destaca que, entretanto, fora do local de trabalho existe comp0romissos entre o empregador e seus subordinados, salvo quando a conduta do empregado atrapalhar o processo produtivo. Para a rescisão do contrato de trabalho, diz Evaristo, é preciso que o empregado esteja em estado de embriagues habitual que acarrete “incontinência de conduta e prejuízo à empresa”. Fala sobre a confusão do conceito de embriagues em direito do trabalho e em direito penal. Diz que os juízes do trabalho devem ter muita sensibilidade ao aplicar a lei relativa a embriagues habitual, no sentido de não causar um mal maior para o próprio empregado. Discute a relação da classe social, da natureza do emprego, com a embriagues habitual, dizendo que a lei é igual para todos. Relativiza a falta grave da embriagues habitual e diferencia a relação de cada classe social com o álcool, com fatores ligados à educação, instrução, alimentação, meio familiar etc. Fala sobre embriagues e psiquiatria. Quanto à Justiça do Trabalho, alerta que o juiz deve relativizar as acusações dos empregadores quanto à gravidade da embriagues dos empregados, considerando os vários aspectos expostos neste artigo.

01.1.62. O CONTRATO DE MARCHANDAGE, NO DIREITO ESTRANGEIRO E NA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO. Trabalho e Seguro Social. Rio de Janeiro, julho de 1943; págs. 12-17.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho diz que marchandage é uma convenção de sub-empreitada, exclusiva à mão-de-obra, uma espécie de contrato de trabalho, que está prevista na Consolidação das Leis do Trabalho. Fala sobre definições de marchandage em vários autores estrangeiros. Evaristo faz um pequeno histórico dos debates em torno deste contrato de trabalho e aponta que “o efeito nocivo do marchandage não decorre da intenção subjetiva do marchandeur, de prejudicar ou explorar, e sim da sua falta quase sistemática de capital e de outras garantias efetivas”. Contudo, diz Evaristo, a tendência nos países cultos é proibir esta prática. Sobre o marchandeur, diz Evaristo: “por sua falta de capital, pelo seu papel de mero intermediário, não é o marchadeur um empregador, e sim também um empregado, um representante do empregador principal, para quem ele executa a obra”. Fala sobre as responsabilidades de sub-empreiteiros e empreiteiros em relação aos operários e ao capital das empresas, a partir do pensamento de vários autores, inclusive brasileiros. Destaca o contrato de marchandage na CLT, que responsabiliza o proprietário principal “por todos os ônus da legislação social, quando não o possa fazer o sub-empreiteiro, e isto independente de colisão ou qualquer intenção de prejudicar que, por acaso, tenham os dois ou um deles”.

01.1.63. NEGOCIAÇÃO HABITUAL POR CONTA PRÓPRIA OU ALHEIA. Orientador Fiscal. Rio de Janeiro, julho de 1943; págs. 7-13.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre a negociação habitual, por conta própria do empregado, sem a permissão e o conhecimento do patrão. Diz que esta prática é passível de rescisão no contrato de trabalho por justa causa e que alguns dispositivos legais da CLT se prendem ao artigo 84, número 4, do velho Código Comercial. Evaristo diz que não existem diferenças essenciais entre os dois textos. Menciona o Código Suíço das Obrigações, o Código Comercial Português e o Código Comercial Alemão quanto a este assunto. Fala sobre a concorrência entre empregado e patrão, destacando que o empregado pode trabalhar em outras empresas, sendo que deve cumprir suas obrigações contratuais com este patrão. Neste contexto, cita vários autores - como Guido Bertoloto, Carlos Garcia Oviedo, Joaquim Pimenta, Dorval Lacerda -, e transcreve vários trechos de alguns textos. Diz Evaristo: “podemos declarar que só se concretiza a letra b, do art. 5º - ou letra c, do art. 482, da cisão do contrato de trabalho -, quando o empregado: a) negocia por conta própria ou alheia; b) habitualmente, não basta ser eventual; c) em prejuízo de seu tempo integral de serviço; d) e em concorrência desleal como seu patrão”. Cita exemplos jurisprudenciais, com algumas decisões ou opiniões, que está de acordo com a doutrina exposta nesse artigo, de juristas brasileiros, além de decisões de tribunais italianos, argentinos. Aconselha aos juízes avaliarem os casos de suposta negociação alheia ou concorrência de empregados com patrões, considerando aspectos além dos prejuízos dos patrões, pois, se não forem observados esses outros aspectos. Diz Evaristo: “veríamos qualquer biscate, arranjado pelo empregado nas suas horas de folga, ser tomado, sem mais aquela, como concorrência ao seu empregador, e assim causa bastante para a rescisão do contrato de trabalho”.

01.1.64. O ÔNUS DA PROVA NA RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. Revista do Trabalho. Rio de Janeiro, setembro de 1943; págs. 5-26.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho diz, na introdução, que o ônus da prova é o capítulo mais intrincado e mais difícil do direito processual e que muitas teorias tentam explicá-lo. Fala sobre uma multiplicidade de direitos nas sociedades atuais, enfatizando que o direito romano não basta para a dinâmica dos dias atuais. Analisa algumas doutrinas e princípios sobre o ônus da prova. Diz que tanto acusador quanto acusado tem que mostrar suas provas. Além disso, diz que não há uma razão lógica e justa para fundamentar de modo geral o princípio do ônus da prova. Diz que esse sistema de ônus da prova – sistema dispositivo - defende a tese da passividade do juiz, “sem se interessar pela verdade última e real dos fatos”. Fala de um sistema inquisitório, no qual o tribunal procura investigar a verdade que as partes alegam. Compara os dois sistemas e fala sobre os países que os adotam. Evaristo diz que o Código do Processo Brasileiro se orientou para esses novos princípios da prova do Direito Processual Universal. Cita e analisa artigos desse código e o princípio inquisitório. Fala sobre a teoria das presunções legais (dispensa de prova, o autor fica isento do ônus da prova). Evaristo diz: “(...) na despedida injusta compete ao autor provar somente a existência do contrato de trabalho e ao patrão a existência da justa causa legal”. Fala sobre o direito francês e o ônus da prova relacionado às rescisões injustas dos contratos de trabalho. Comenta várias leis de rescisão de contratos de trabalho. Diz Evaristo: “(...) incumbe ao empregado reclamante provar a existência da relação de emprego, e ao empregador, a superveniência de uma justa causa que impediu a continuação daquela situação anterior (...)”. Fala sobre a atuação dos juízes trabalhistas, que, segundo alguns autores, têm poderes discricionários, no processo de admissão das provas, que depende de iniciativa das partes. Diz que “em quase todas as legislações especiais sobre jurisdição do Trabalho é princípio assente este da autoridade do juiz, com referência à ordem instrutora do processo”. Fala de legislação comparada e jurisprudência internacional, como as legislações da Bélgica, da Alemanha, Itália, Espanha, México, Chile e Argentina. Analisa a questão da rescisão do contrato de trabalho e o ônus da prova na legislação brasileira.

01.1.65. TRANSFERÊNCIA DE LOCALIDADE. Orientador Fiscal. Rio de Janeiro, outubro de 1943; págs. 5-15.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre a transferência do empregado da localidade do trabalho, prevista inicialmente no contrato de trabalho. Diz que quando isso acontece deve ser de acordo mútuo entre as partes e não uma decisão unilateral do empregador. Discute as mudanças consensuais dos contratos, mas quando são processadas arbitrariamente “importa em alteração essencial do contrato de trabalho”. No contrato de trabalho a subordinação do empregado em relação ao empregador é somente no âmbito do serviço, mas no âmbito do contrato eles estão em igualdades de condições. Com a alteração arbitrária do contrato de trabalho, diz Evaristo, o Estado arbitra em favor do empregado para restabelecer o equilíbrio entre as duas partes. A cada modificação de condições básicas do pacto, se faz necessário novo contrato, como pode ser o caso da mudança de localidade do trabalho, tanto por parte do empregador quanto do empregado, tornando-se necessária à comprovação dos motivos. Evaristo cita vários autores que se colocam contra a unilateralidade na alteração do contrato de trabalho, em relação a transferência da localidade do trabalho. Fala sobre o contrato de emprego público, que prepondera a manifestação unilateralíssima da vontade do Estado, pois este contrato, que é de direito público, é diferente do contrato de trabalho, que é de direito civil. No contrato de emprego público, o Estado pode remover livremente seus funcionários, sem que esses possam se opor. Fala sobre contrato de trabalho e suas alterações, principalmente a transferência, defendendo a tese da ilegalidade da transferência do empregado de uma localidade para outra.

01.1.66. REPRESENTANTE COMERCIAL. MANDATÁRIO OU LOCADOR DE SERVIÇOS? Revista do Trabalho. Rio de Janeiro, dezembro de 1943; págs. 13-20.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho analisa a questão da empregabilidade e subordinação dos viajantes e negociantes comerciais que trabalham exclusivamente para uma empresa. Segundo ele, pela legislação social são considerados empregados, que estão subordinados juridicamente. Fala sobre direito civil e comercial, a fim de distinguir representação, mandato e locação de serviços, a partir do pensamento de vários autores. Fala sobre a lei francesa de 1937, pois o seu artigo 29 resume todas as características de um contrato de trabalho, conceituando o representante comercial como empregado, “ligado ao seu patrão por um contrato de preposição mercantil”, que pressupõe tanto mandato quanto a locação de serviços. Diz Evaristo: “na linguagem atual da doutrina de direito do trabalho, locador de serviço é empregado ou assalariado”. Fala sobre jurisprudência internacional e sobre decisões no Brasil, que consideram o agente de comércio como empregado assalariado. Concluindo, diz Evaristo: “tanto pode o representante comercial ser um comerciante, trabalhador autônomo, por conta própria, como revestir-se das qualidades de um autêntico empregado assalariado, devendo subordinação jurídica ao seu empregador e dele dependendo economicamente. (...) A sua situação depende de cada caso concreto (...)”.

01.1.67. A EMBRIAGUÊS HABITUAL OU EM SERVIÇO NA RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. Revista do Trabalho. Rio de Janeiro, 1943.

01.1.68. UM SIMPLES PROGRAMA. Revista do Trabalho. Rio de Janeiro, fevereiro de 1944; pág. 78.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho inaugura a seção “Vida Jurídica”, na Revista do Trabalho. Diz que os escritores de livros jurídicos no Brasil não têm repercussão e reconhecimento na sociedade, por mais fundamentados que sejam seus livros, ao contrário dos autores de livros literários. Além disso, não existem seções de críticas aos livros jurídicos nas revistas especializadas. Neste sentido, diz Evaristo: “foi pensando em tudo isso que nos aventuramos a iniciar na ‘Revista do Trabalho’ esta pequena seção dedicada à crítica honesta e serena dos livros de direito do trabalho, que tem aparecido ultimamente e que vierem ainda a aparecer”. Entretanto, por ser um ramo novo, o direito do trabalho tem atraído aventureiros. Neste campo estão surgindo estudos teóricos, doutrinários que se esforçam “por abandonar o texto frio da lei para penetrar no terreno mais amplo e acolhedor da filosofia jurídica, do direito justo”. Comenta o programa, os objetivos e os procedimentos da seção “Vida Jurídica”, enfatizando a posição da crítica e do crítico.

01.1.69. A OPINIÃO PÚBLICA E A GUERRA. Diário de Notícias. Rio de Janeiro, 02/04/1944.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho diz que a opinião pública está alerta neste momento decisivo da história universal, interessando-se pela conduta dos homens que dirigem a guerra. Esta opinião pública está sempre vigilante aos atos dos governantes. Destaca que governos sozinhos não fazem história. Na história universal o homem nunca desistiu de conquistar sua liberdade; critica a história tradicional. Fala sobre o problema da humanização do poder e das relações da opinião pública com os governos, além disso, não se governa com tirania e que é impossível um governo se manter no poder sem o apoio da opinião pública, conforme aconteceu na França. Na Alemanha e nos países ocupados esta opinião pública está adormecida e sufocada, mas não está morta, em algum momento vai se manifestar, “(...) não escapará nenhum fascista, nazista ou seus aparentados, fascistóides de todas as falanges ou cores. Não haverá meio termo”.

01.1.70. O BALANÇO DOS GÊNIOS. Vamos Ler. Rio de Janeiro, 11/05/1944; pág. 13. Neste artigo Evaristo de Moraes Filho diz que no futuro, se for feito um balanço geral dos gênios da humanidade se descobrirá que foram poucos, que só alguns conseguiram melhorar a condição humana. Um contemporâneo deste balanço, no futuro, sentirá piedade dos vaidosos, narcisistas e megalômanos que se acharam gênios, espantando-se que gênios não vivessem para o povo. Evaristo questiona a condição dos gênios em relação à própria vida, a realidade humana e a ligação com o poder.

01.1.71. SÉCULO DO HOMEM DO POVO. Leitura. Rio de Janeiro, janeiro de 1945; págs. 25-26. Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre o livro “O Século do Homem do Povo”, de Henry Wallace. Compara a coragem de Henry Wallace em declarar suas Idéias colocá-las em prática, “de ver o que se passa do lado proibido da vida”, políticos tradicionais. Diz que entre os governantes atuais, Wallace é um cidadão a parte, que tem a coragem de afirmar as injustiças econômicas e sociais. Wallace diz que o mundo atual precisa criar uma nova ordem. Cita um trecho no qual Wallace fala de marcha da liberdade – nos últimos 150 anos - e grande revolução do povo, que tem por objetivo a paz e não a violência. Evaristo diz que esta revolução está se processando diante dos nossos olhos, “(...) o povo quer se libertar dos demagogos baratos, dos faladores de rádios oficiais, dos controladores das fontes de cultura, dos que lhe prostituem o espírito em benefício próprio e da camarilha dominante”. Diz que é disso que o livro de Henry Wallace trata.

01.1.72. CONFUSÃO, APENAS CONFUSÃO... Vamos Ler. Rio de Janeiro, 25/01/1945; pág. 13. Descreve a caça de aves, parecidas com pomba-rola, no Ceará e no Piauí, através de armadilhas que fazem com que fiquem presas, sem poderem sair de uma só vez. Fazendo analogias, diz que vivemos e morremos deste modo, sem destino nem livre-arbítrio. Diz que vivemos aos trancos e solavancos, “presos na cronométrica engrenagem do determinismo universal”. Diz Evaristo: “a vida anda cercada de morte por todos os lados”. Encerra dizendo: “nisso tudo só há um jeito, tocar um tango argentino, ou jogar futebol. Pode ser que não se consiga um gol de letra no meio da confusão geral...”.

01.1.73. UM ROMANCE DE ESTRÉIA. Leitura. Rio de Janeiro, Fevereiro de 1945. Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre Aldous Huxley. Escreve e comenta a carreira deste autor e seu romance de estréia, “Crome Yellow”, além de outras obras; 2 exemplares.

01.1.74. O CENTENÁRIO DE NIETZSCHE E O NAZISMO. Diário de Notícias. Rio de Janeiro, 04/02/1945.
Resumo: Evaristo de Moraes Filho, neste artigo, diz que estava fazendo cem anos que Frederic Nietzsche nasceu e que ninguém se lembrava de comemorar o seu aniversário. Destaca a associação da imagem de Nietzsche a do nazismo de Adolf Hitler. Diz que Nietzsche foi um pensador sério e honesto e que na sua obra pode–se encontrar material que sirva de fundamento teórico para o nazismo, mas, também, materiais que negam o próprio nazismo. Segundo Evaristo, “A filosofia de Nietzsche serve de ponto de referência para mais de uma direção política”. Entretanto, diz Evaristo, os divulgadores apressados da obra de Nietzsche resumem-se em dois aspectos, o super-homem e a vontade do poder. Evaristo diz que, segundo os intérpretes mais autorizados, a obra dele teve três fases: a mocidade, quando se dedicou aos estudos de filologia clássica, a da obra “Humano, demasiado humano”, “aurora”, e “Gaya da Ciência”, e a da­­­ loucura, quando concebeu o super-homem como ponto central do seu sistema. A filosofia de Nietzsche é, assim, uma filosofia de resistência, desafiando e vencendo as debilidades do corpo. Evaristo fala, neste sentido, da teoria do eterno retorno, que significaria o “triunfo mais alto sobre a tortura cotidiana de Nietzsche: uma vez é pouco, que venha um milhão de vezes e ele resistirá”. Nietzsche não se refere a nenhum elemento social. Para ele o que importa é a aristocracia da vontade, e é a falta do elemento social que torna a obra dele mais criticável e frágil. Nietzsche, em várias passagens, atacou o Estado, ele negava o Estado, além de atacar o nacionalismo, a xenofobia. Evaristo diz que Nietzsche era contrário, no caso dos judeus, a “qualquer preconceito de raça e arianismos idiotas”. Quanto aos trabalhadores, aos operários, Nietzsche dizia, segundo Evaristo, que deviam “reagir conforme os soldados. Honorários, vencimentos, mas nada de salários. Nenhuma relação entre pagamento e trabalho. (...) Os operários viverão um dia como vivem atualmente os burgueses”. Em suma, Evaristo tenta demonstrar que Nietzsche não é a inspiração direta e imediata do nazismo. Assim como Nietzsche, todos os pensadores são vítimas falta de visão política e social, não tendo controle sobre suas Idéias e sobre seus usos, vítimas de futuros aproveitadores; Nietzsche foi um homem do mundo, de uma filosofia universal, sem estandartes e sem fronteiras.

01.1.75. O BRASIL E O PERIGO DO HISTORICISMO. O Jornal. Rio de Janeiro, 20/05/1945.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho diz que há mais de uma década prepondera o gosto pelos assuntos históricos, de busca das origens dos fatos presentes. Entretanto, esse conhecimento histórico pode tornar-se prejudicial e perigoso para o Brasil naquele momento. O que interessava, diz Evaristo, é a história interpretativa e não a história tradicional, narrativa. O problema é que há uma sobreposição dos estudos históricos em relação aos sociológicos, diz, residindo aí o perigo, pois se o país fica “com excesso de voltas sobre si mesmo, com os olhos permanentemente virados para trás, estamos nos arriscando a urgente e necessária compreensão do Brasil de nossos dias”. Neste sentido, o historicismo pode levar ao romantismo e ao nacionalismo denunciadores de atitudes subjetivas, representando uma “autêntica e vergonhosa fuga em face da realidade atual”, assoberbando-se de questões econômicas, sociais e políticas do passado e trancando-se os historiadores em arquivos e bibliotecas. Os historiadores românticos pouco se importam com momento presente e valorizam demais o passado. Assim, é preciso limitar esse “espantoso gosto pelo passado no Brasil para se cuidar um pouco mais do presente”. Diz que faltam no Brasil estudos sobre as diversas regiões do país, com dados econômicos, educacionais, geográficos, sociais etc. Não se empregam mais técnicas de pesquisa social e que tudo isso é quase que abandonado em favor dos assuntos históricos. Segundo Evaristo, o desprezo pelos estudos sociológicos deve-se a opressão do regime fascista no Brasil. Fala sobre as preocupações dos Estados Unidos com a sociologia, em contraste com o Brasil. Conclui dizendo: “o Brasil precisa mais de raciocínio e menos de memória”.

01.1.76. O OUVINTE EM FACE DA MÚSICA. Leitura. Rio de Janeiro, maio de 1945; pág. 58.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre o livro “The Listerner’s Guide to Music Appreciation”, de Harry Allen Feldman, que “chama os leigos para seu convívio, explica-lhes de maneira elementar a evolução e o crescimento da música”. Diz que o ouvinte representa a parte mais fraca em relação ao compositor, que evoluiu tecnicamente, ao contrário do primeiro que foi deixado para trás; houve um divórcio entre o homem do povo e a música mais fina, desde o século XIX, diz Evaristo. Fala sobre a originalidade do trabalho do compositor. Um dos méritos principais do livro é ligar o progresso da música ao desenvolvimento anterior da técnica instrumental. Evaristo fala sobre Bach e Chopin e seus desenvolvimentos musicais. Enaltece as qualidades esclarecedoras do livro de Feldman, encorajando o “leitor a aceitar a chamada música fina. (...) Em suma, o seu livro é um largo passo que faz com que o ouvinte caminhe do simples ouvir para o verdadeiro escutar música...”

01.1.77. NEGOCIAÇÃO HABITUAL POR CONTA PRÓPRIA OU ALHEIA NA RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. Revista do Trabalho. Rio de Janeiro, maio de 1945; págs. 293-308.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre a negociação habitual, por conta própria do empregado, sem a permissão e o conhecimento do patrão. No item 1 – “conceito genérico concorrência desleal” -, fala sobre a letra b, do artigo 5º da Lei nº 62, de 1935. Diz que a prática de negociação habitual, por conta própria do empregado, sem a permissão e o conhecimento do patrão é passível de rescisão no contrato de trabalho por justa causa. Diz que alguns dispositivos legais da CLT se prendem ao artigo 84, número 4, do “velho” Código Comercial, não existindo diferenças essenciais entre os dois textos. Contudo é a confiança que deve presidir a relação jurídica entre as partes, além da boa fé, pois, a partir da confiança e da lealdade, o empregado não deve fazer concorrência ao patrão. Além disso, a proibição contida na lei é nitidamente econômica, abrangendo, além dos comerciários, os operários. No item 2 – “prejuízo ao serviço mais de um emprego concorrência” -, fala sobre a concorrência entre empregado e patrão, destacando que o empregado pode trabalhar em outras empresas sendo que deve cumprir suas obrigações contratuais com este patrão. Fala mais detalhadamente de pluralidade de empregos e seus problemas, como emprego da mesma mão-de-obra para empresas do mesmo ramo de atividade. Cita e comenta casos jurisprudenciais, com algumas decisões ou opiniões, que está de acordo com a doutrina exposta nesse artigo, de juristas brasileiros, referentes às possibilidades a pluralidade de empregos. No item 4 – “consentimento do empregador” -, fala sobre o consentimento do empregador na livre negociação dos empregados, no emprego em empresa concorrente, não constituindo falta passível de rescisão do contrato de trabalho, por não ser concorrência desleal. Além disso, se ele não tomar qualquer atitude a tempo não pode punir o empregado. Fala deste assunto no Código Comercial Alemão. No item 5, “Legislação e jurisprudência comparadas”, fala sobre legislações e jurisprudências de países como a Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Bolívia, Bulgária, Chile, Colômbia, Espanha, França, Japão, México, Hungria, Itália, Inglaterra. Suíça, Thecoeslováquia.

01.1.78. AS FAVELAS. Boletim do C. E. B. Rio de Janeiro, março de 1938.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala das favelas na perspectiva sociológica. Diz, como querem alguns, que as favelas não são coisas exóticas, místicas, mas lugares de desgraçados, de moradias precárias, que mal sabem ler etc. Defende que as favelas são sintomas de uma grande miséria social, de uma sociedade desorganizada, dispersiva, pobre. Segundo Evaristo, em qualquer programa de sociologia das universidades americanas existem estudos especiais sobre as favelas, pois estas são vistas como “uma área ecológica de cultura, de forma de vida, de comunidade, como qualquer outra área social”. As favelas, neste sentido, representam o último refúgio de vida solidária, onde todos se conhecem e se auxiliam, amenizando a miséria e a tristeza de todos.

01.1.79. O ADVOGADO NA JUSTIÇA DO TRABALHO. Revista do Trabalho. Rio de Janeiro, 1941; págs. 575-576.
Resumo: Evaristo de Moraes Filho, neste artigo, fala sobre a situação dos advogados perante a Justiça do Trabalho, a incompreensão e a contradição das leis. Questiona se as partes devem comparecer pessoalmente à audiência ou podem ser representados pelos seus advogados. Neste caso, considera duas hipóteses: a de litígios individuais e a de litígios coletivos, comentando os casos individuais, pois, têm maiores ocorrências de dúvidas. Cita dois textos das leis que, segundo ele, se contradizem. Evaristo diz que se alinha com o comparecimento das partes, apoiando o artigo 42, do decreto-lei 1237, que diz: “o reclamante e o reclamado deverão comparecer pessoalmente à audiência (...)”. Defende esse argumento. Cita um trecho da Legislação Internacional do Trabalho que defende essa mesma orientação de comparecimento das partes. Diz Evaristo: “em face da nossa lei orgânica da Justiça do Trabalho, só cabe uma resposta a essa questão: o comparecimento do advogado à audiência de instrução e julgamento dos conflitos individuais do trabalho perante a Junta, sem a concomitante presença da parte, constitui ato de revelia, com todas as conseqüências legais. (...) A parte deve comparecer pessoalmente, mas lhe é facultado fazer-se acompanhar do advogado que por ela pode falar e pleitear, como se ali não estivesse”. Encerra citando dois processos.

01.1.80. O ADVOGADO NA JUSTIÇA DO TRABALHO. Revista do Direito do Trabalho. Rio de Janeiro, 1941; págs. 235-237. Evaristo de Moraes Filho, neste artigo, fala sobre a situação dos advogados perante a Justiça do Trabalho, a incompreensão e a contradição das leis. Questiona se as partes devem comparecer pessoalmente à audiência ou podem ser representados pelos seus advogados. Neste caso, considera duas hipóteses: a de litígios individuais e a de litígios coletivos, comentando os casos individuais, pois, têm maiores ocorrências de dúvidas. Cita dois textos das leis que, segundo ele, se contradizem. Evaristo diz que se alinha com o comparecimento das partes, apoiando o artigo 42, do decreto-lei 1237, que diz: “o reclamante e o reclamado deverão comparecer pessoalmente à audiência (...)”. Defende esse argumento. Cita um trecho da Legislação Internacional do Trabalho que defende essa mesma orientação de comparecimento das partes. Diz Evaristo: “em face da nossa lei orgânica da Justiça do Trabalho, só cabe uma resposta a essa questão: o comparecimento do advogado à audiência de instrução e julgamento dos conflitos individuais do trabalho perante a Junta, sem a concomitante presença da parte, constitui ato de revelia, com todas as conseqüências legais. (...) A parte deve comparecer pessoalmente, mas lhe é facultado fazer-se acompanhar do advogado que por ela pode falar e pleitear, como se ali não estivesse”. Encerra citando dois processos.

01.1.81. A PROPÓSITO DE “PROBLEMAS DE DIREITO SINDICAL”. Vamos Ler. Rio de Janeiro, 27/04/1944.
Resumo: Neste artigo Evaristo de Moraes Filho fala sobre o livro “Problemas de Direito Sindical”, de Oliveira Vianna, que foi historiador e sociólogo. Diz que este livro, lançado em 1943, é mais de sociologia do que de direito, com dados reais e concretos apanhados na nossa história, do que propriamente na lei, tendo influência nas escolas americanas – realistas e sociológicas. Nos seus livros sobre direito não aparecem estudos completos sobre a matéria. Destaca livros referentes a sindicatos que não foram mencionados por Oliveira Vianna. Fala de descuidos desse livro como a discussão sobre a extensão da representação do sindicato que tem textos contraditórios não reconhecidos como tal por este autor. Esse descuido, segundo Evaristo, pode levar o leitor leigo ao erro. Diz Evaristo: “vale mais esta obra do Sr. Oliveira Vianna como uma espécie de depoimento pessoal acerca da elaboração, entre nós, das leis sindicais vigentes, do que propriamente com um corpo de doutrina sereno e objetivo”, tentando, ainda, mostrar que a legislação não é fascista. Oliveira Vianna, segundo Evaristo, não esconde sua ojeriza pelos regimes democráticos e sua pregação política sempre foi pela hipertrofia do Executivo. Além disso, diz Evaristo, Oliveira Vianna, do começo ao fim do livro, se apressa em provar que a legislação do trabalho brasileira não se limitou à italiana. Para Evaristo, há na obra de Oliveira Vianna uma crítica aos reacionários que procuraram interferir na elaboração da Lei Sindical. Evaristo concorda com Oliveira Vianna no aspecto que falta, aos brasileiros, um espírito coletivista e solidarista.

ARTIGOS SEM RESUMOS

01.1.82. PARECER FORNECIDO AO SINDICATO DOS EMPREGADOS EM EMPRESAS DE SEGUROS PRIVADOS E CAPITALIZAÇÃO DO RIO DE JANEIRO, PELO ILUSTRE ADVOGADO DR. EVARISTO DE MORAES FILHO. Diário Trabalhista. Rio de Janeiro, 28/08/1946.

01.1.83. A SOCIOLOGIA RURAL E O PROFESSOR LYNM SMITH (I). O Jornal. Rio de Janeiro, 14/09/1947.

01.1.84. CIÊNCIA CULTURAL OU NATURAL? Revista Branca. Rio de Janeiro, outubro/novembro de 1948.

01.1.85. INTRODUÇÃO AO DIREITO DO TRABALHO E LEGISLAÇÃO GERAL. RESUMO. FUNDAMENTOS DO DIREITO DO TRABALHO. SUA FORMAÇÃO HISTÓRICA. Monitor da Justiça do Trabalho. Rio de Janeiro, p. 22-29, novembro de 1948.

01.1.86. CONCEITO DE SINDICATO. SUAS FINALIDADES. GRUPOS SOCIAIS. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 22/01/1950.

01.1.87. A MORAL DE SARTRE E A MORAL DE KANT. Jornal A Manhã. Suplemento Letras e Artes. Rio de Janeiro, 22/01/1950.

01.1.89. MARCEL PROUST E O REALISMO DOS DOIS LADOS. Proustiana Brasileira. Rio de Janeiro, p. 73-85, 1950.

01.1.90. O VELHO TEMA: A ARTE E A MORAL. Jornal de Letras. Rio de Janeiro, p. 2-3, janeiro de 1951.

01.1.91. O SINDICATO: LEGÍTIMA “GESTALT” DA PROFISSÃO. Boletim MTIC. Rio de Janeiro, p. 11-3, janeiro-março de 1951.

01.1.92. UM SOCIÓLOGO ESQUECIDO. Diário de Notícias. Rio de Janeiro, 09/09/1951.

01.1.93. EXISTE UM DIREITO SINDICAL E CORPORATIVO AUTÔNOMO? CONFERÊNCIA PRONUNCIADA PELO PROF. EVARISTO DE MORAES FILHO, NA FACULDADE NACIONAL DE DIREITO, EM 10 DE SETEMBRO DE 1951. S/i. S/i, s/i.

01.1.94. OBJETO E NECESSIDADE DA HISTÓRIA ECONÔMICA. O TRABALHO ENTRE OS POVOS PRIMITIVOS. Revista do Trabalho. Rio de Janeiro, p. 485-503, outubro-novembro de 1954.

01.1.95. CONCEITO, CARACTERÍSTICAS E DENOMINAÇÕES DO DIREITO DO TRABALHO. Revista Forense. São Paulo, p. 363-382, dezembro de 1951;.

01.1.96. ENTREVISTA COM ÉMILE BRÉHIER (REALIZADA POR EVARISTO DE MORAES FILHO EM ABRIL DE 1936, QUANDO AQUI CHEGOU O GRANDE PENSADOR FRANCÊS PARA MINISTRAR O CURSO DE HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA ANTIGA UNIVERSIDADE DO DISTRITO FEDERAL). Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 29/03/1952.

01.1.97. UM HISTORIADOR DA FILOSOFIA QUE DESAPARECE. Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 26/04/1952.

01.1.98. FUNDAMENTOS E FORMAÇÃO HISTÓRICA DO DIREITO DO TRABALHO. Trabalho e Seguro social. S/i, p. 169-200, julho-agosto de 1952.

01.1.99. IDADE, VIDA E CULTURA. A Cigarra. Rio de Janeiro, outubro de 1952.

01.1.100. O RACIONALISMO DE FREUD. A Cigarra. Rio de Janeiro, novembro de 1952.

01.1.101. BREVE NOTÍCIA SOBRE HIPÓCRATES. A TEORIA DOS HUMORES. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 79;86;148, dezembro de 1952.

01.1.102. GOETHE, NIETZSCHE, SPENGLER E A ALEMANHA. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 79;88;94;96; 113, janeiro de 1953.

01.1.103. FRANCISCO SANCHES E A DÚVIDA METÓDICA NA RENASCENÇA PORTUGUESA. Separata da Revista Brasileira de Filosofia (vol. III fasc. 1). São Paulo: Instituto Brasileiro de Filosofia, p. 68-96, janeiro-março de 1953.

01.1.104. FRANZ BRENTANO E A PSICOLOGIA MODERNA. A Cigarra. Rio de Janeiro, março de 1953.

01.1.106. O CONCEITO DE FORMA NA PSICOLOGIA DA GESTALT. A Cigarra. Rio de Janeiro, abril de 1953.

01.1.107. DIDÁTICA DO INTERESSE NA ESCOLA SECUNDÁRIA. NECESSIDADE DE UMA REFORMA. A Cigarra. Rio de Janeiro, maio de 1953.

01.1.108. SPRANGER E A GESTALT-PSYCHOLOGIE (I). A Cigarra. Rio de Janeiro, julho de 1953.

01.1.109. SPRANGER E A GESTALT-PSYCHOLOGIE (II). A Cigarra. Rio de Janeiro, agosto de 1953.

01.1.110. CURSINHO DE DIREITO DO TRABALHO (I). CONCEITO DE DIREITO DO TRABALHO. Folha de Goiás. Goiânia, 27/08/1953.

01.1.111. HEGEL E SPENGLER. A Cigarra. Rio de Janeiro, setembro de 1953.

01.1.112. NEGOCIAÇÃO HABITUAL OU POR CONTA PRÓPRIA OU ALHEIA NA RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. Revista Forense. São Paulo, p. 533-551, setembro-outubro de 1953.

01.1.113. CURSINHO DE DIREITO DO TRABALHO (II). CARACTERÍSTICAS DO DIREITO DO TRABALHO. Folha de Goiás. Goiânia, 04/09/1953.

01.1.114. CURSINHO DE DIREITO DO TRABALHO (III). DENOMINAÇÕES DO DIREITO DO TRABALHO. Folha de Goiás. Goiânia, 06/09/1953.

01.1.115. CURSINHO DE DIREITO DO TRABALHO (IV). FRUNDAMENTOS DO DIREITO DO TRABALHO. Folha de Goiás. Goiânia, 10/09/1953.

01.1.116. CURSINHO DE DIREITO DO TRABALHO (V). FORMAÇÃO HISTÓRICA DO DIREITO DO TRABALHO. Folha de Goiás. Goiânia, 12/09/1953.

01.1.117. CURSINHO DE DIREITO DO TRABALHO (VI). AUTONOMIA DO DIREITO DO TRABALHO. Folha de Goiás. Goiânia, 16/09/1953.

01.1.118. CURSINHO DE DIREITO DO TRABALHO (VII). DIREITO PÚBLICO DO DIREITO PRIVADO. Folha de Goiás. Goiânia, 19/09/1953.

01.1.119. CURSINHO DE DIREITO DO TRABALHO (VIII). RELAÇÕES COM OUTROS RAMOS DO DIREITO. Folha de Goiás. Goiânia, 25/09/1953.

01.1.120. O ROMANTISMO NA HISTÓRIA DO BRASIL. A Cigarra. Rio de Janeiro, outubro de 1953.

01.1.121. EXISTE UM DIREITO SINDICAL E CORPORATIVO AUTÔNOMO? (I). Revista Jurídica. Rio de Janeiro, p. 157-178, 1952/1953.

01.1.122. O GRANDE HOMEM E A MASSA. A Cigarra. Rio de Janeiro, novembro de 1953.

01.1.123. O HOMEM DE GÊNIO E A SOCIEDADE. A Cigarra. Rio de Janeiro, dezembro de 1953.

01.1.124. CONCEITO DE DIREITO DO TRABALHO (I). Revista Jurídica. Rio de Janeiro, p. 103-147,1954.

01.1.125. UM POUCO DE ALDOUS HUXLEY. O SEU ROMANCE DE ESTRÉIA. A Cigarra. Rio de Janeiro, janeiro de 1954.

01.1.126. A FILOSOFIA ANTIINTELECTUALISTA CONTEMPORÂNEA (I). A Cigarra. Rio de Janeiro, fevereiro de 1954; págs. 55;106.

01.1.127. A FILOSOFIA ANTIINTELECTUALISTA CONTEMPORÂNEA (II). A Cigarra. Rio de Janeiro, março de 1954.

01.1.128. A FILOSOFIA ANTIINTELECTUALISTA CONTEMPORÂNEA (III). A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 55;106, abril de 1954.

01.1.130. KURKUNOV, UM SOCIÓLOGO ESQUECIDO (I). A Cigarra. Rio de Janeiro, junho de 1954.

01.1.131. KURKUNOV, UM SOCIÓLOGO ESQUECIDO (II). A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 49, julho de 1954.

01.1.132. PRIMEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE SOCIOLOGIA. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 55, agosto de 1954.

01.1.133. ANDRÉ SUARES, O SOLITÁRIO DE PARIS. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 61-62, setembro de 1954.

01.1.134. GETÚLIO VARGAS, HERÓI DE TRAGÉDIA GREGA. A Cigarra. Rio de Janeiro, outubro de 1954; pág. 55.

01.1.135. PASCAL E O PROBLEMA DA MORTE. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 57;138, novembro de 1954.

01.1.136. AS ELEIÇÕES DE 3 DE OUTUBRO E A SOCIOLOGIA ELEITORAL. O Homem e as Idéias. Rio de Janeiro, dezembro de 1954.

01.1.137. O TRABALHO NO MUNDO MODERNO. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 57, janeiro de 1955.

01.1.138. A VIDA MÚLTIPLA E INFINITA. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 59, fevereiro de 1955.

01.1.139. A FUGA PELA HISTÓRIA. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 53, abril de 1955.

01.1.140. VEIGA CABRAL. PROFESSOR DE GEOGRAFIA. A Cigarra. Rio de Janeiro, novembro de 1955.

01.1.141. POSIÇÃO DE AUGUSTO COMTE NA HISTÓRIA DA FILOSOFIA. Revista Brasileira de Filosofia. Rio de Janeiro, abril-junho de 1955.

01.1.142. A PEDAGOGIA DE RUI BARBOSA. O Homem e o Mundo. Rio de Janeiro, maio de 1955.

01.1.143. CORRESPONDÊNCIA DE CAPISTRANO DE ABREU. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 51, junho de 1955.

01.1.144. UM LIVRO DE JOAQUIM PIMENTA. Diário do Povo. Fortaleza, julho de 1955.

01.1.146. SOBRE ALGUNS EDITORES. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 51, agosto de 1955.

01.1.147. RELAÇÕES DO DIREITO DO TRABALHO COM OS DEMAIS RAMOS DO DIREITO (NECESSIDADE DO ASSUNTO). A Época. Rio de Janeiro, p. 19-27, agosto de 1955.

01.1.148. RELAÇÕES DE DIREITO DO TRABALHO COM O DIREITO ADMINISTRATIVO. Revista do Serviço Público. Rio de Janeiro, setembro de 1955

01.1.149. O PRIMARISMO FILOSÓFICO BRASILEIRO. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 51, setembro de 1955.

01.1.150. A SOCIOLOGIA DO JOVEM COMTE (II). Sociologia. Rio de Janeiro, p. 371-422, outubro de 1955.

01.1.151. A MORTE DE RODOLFO COUTINHO. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 51, outubro de 1955.

01.1.153. AS ELEIÇÕES DE 3 DE OUTUBRO. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 41, dezembro de 1955.

01.1.154. A MORTE DE UM POETA. A CIGARRA. Rio de Janeiro, p. 41, janeiro de 1956.

01.1.155. A VIDA UNIVERSITÁRIA BRASILEIRA. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 41, fevereiro de 1956.

01.1.156. A ESTRÉIA DE UM QUARENTÃO. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 41, março de 1956.

01.1.157. CRÍTICA DE IDÉIAS. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 41, abril de 1956.

01.1.158. DUAS PÁGINAS SOBRE A VIDA POLÍTICA. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 55, maio de 1956.

01.1.159. FILOSOFIA E LIBERDADE DE PENSAMENTO. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 47, junho de 1956.

01.1.160. ESTILO, ROMANCE, AUTOBIOGRAFIA. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 41, julho de 1956.

01.1.161. A CONTRIBUIÇÃO DE JOAQUIM DE CARVALHO PARA A COMPREENSÃO DE FRANCISCO SANCHES. Revista Brasileira de Filosofia. Rio de Janeiro, p. 327-371, julho-setembro de 1956.

01.1.162. ONDE O TEMPO PARA LER ROMANCE? A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 41, agosto de 1956.

01.1.163. FASES DO PENSAMENTO DE COMTE (I). Revista Filosófica. Coimbra, p. 125-136, agosto de 1956.

01.1.164. A MORTE DE CARLOS HENRIQUE. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 41, setembro de 1956.

01.1.165. OS DICIONÁRIOS E O VERBETE “JUDEU”. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 49, outubro de 1956.

01.1.167. CONCEITO SOCIOLÓGICO DE DISCRIMINAÇÃO. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 43, novembro de 1956.

01.1.168. GOETHE E A ANTIGUIDADE CLÁSSICA. A Cigarra. Rio de Janeiro, dezembro de 1956.

01.1.169. A DESUMANIZAÇÃO DA VIDA. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 65, janeiro de 1957.

01.1.170. INCENTIVADO, REINCIDIU... A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 56, fevereiro de 1957.

01.1.171. CENTENÁRIO DA MORTE DE COMTE. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 33, março de 1957.

01.1.172. A MORTE DE VALÉRY LARBAUD. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 33, abril de 1957.

01.1.173. DIREITO DO TRABALHO E MUDANÇA SOCIAL. A Cigarra. Rio de Janeiro, p. 33, maio de 1957.

01.1.174. RELAÇÕES DA LITERATURA COM A FILOSOFIA NO BRASIL (I). Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 29/06/1958.

01.1.175. RELAÇÕES DA LITERATURA COM A FILOSOFIA NO BRASIL (II). Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 06/07/1958.

01.1.176. RELAÇÕES DA LITERATURA COM A FILOSOFIA NO BRASIL (III). Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 13/07/1958.

01.1.177. VISÃO DA IDADE MÉDIA. O MUNDO MEDIEVAL, SEUS CAVALEIROS, FILÓSOFOS E CRUZADOS. Tribuna dos Livros (suplemento da Tribuna da Imprensa). Rio de Janeiro, 26-27/07/1958.

01.1.178. RELAÇÕES DA LITERATURA COM A FILOSOFIA NO BRASIL (IV). Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 27/07/1958.

01.1.179. RELAÇÕES DA LITERATURA COM A FILOSOFIA NO BRASIL. Revista Brasileira de Filosofia. Rio de Janeiro, págs. 290-330, julho-agosto-setembro de 1958.

01.1.180. O ENSINO DA FILOSOFIA NO BRASIL (I). Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 02/11/1958.

01.1.181. O ENSINO DA FILOSOFIA NO BRASIL (II). Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 14/12/1958.

01.1.182. O ENSINO DA FILOSOFIA NO BRASIL (III). Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 25/01/1959.

01.1.183. ASPECTOS GERAIS E ESPECIAIS DO CONTRATO DE TRABALHO. Revista do Trabalho. Rio de Janeiro, p. 3-15, janeiro-abril de 1960.

01.1.184. O HOMEM E A “ZOOLOGIA ARTIFICIAL”. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 1º/06/1960. (2 exemplares)

01.1.185. DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E A ESTRUTURA DA EMPRESA (I). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 06/07/1960.

01.1.186. O HOMEM E A “ZOOLOGIA ARTIFICIAL”. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 1º/07/1960.

01.1.187. DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E A ESTRUTURA DA EMPRESA (II). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 07/07/1960.

01.1.188. DOIS LIVROS DE PASCUAL MARIN PÉREZ. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 16/07/1960.

01.1.189. EFEITOS SOCIAIS DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – CONSEQÜÊNCIAS DA INDUSTRIALIZAÇÃO SOBRE A ESTRUTURA E DINÂMICA DA EMPRESA. Sociologia. São Paulo, p. 231-140, setembro de 1960.

01.1.190. ASPIRAÇÕES ATUAIS DO BRASIL. ANÁLISE SOCIOLÓGICA. Revista do Instituto de Ciências Sociais. Rio de Janeiro, p. 19-65, janeiro-junho de 1962.

01.1.191. A SOCIOLOGIA NO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. A Época. Rio de Janeiro, p. 24-28, maio de 1963.

01.1.192. JOAQUIM PIMENTA. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 12/05/1963.

01.1.194. LEI QUE REGULAMENTA GREVE É PROLIXA, CONFUSA E FALHA. Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 09/07/1964.

01.1.195. HISTÓRIA DO POSITIVISMO NO BRASIL (I). Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 09/08/1964.

01.1.196. AINDA A HISTÓRIA DO POSITIVISMO NO BRASIL. Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 06/09/1964.

01.1.197. AINDA A HISTÓRIA DO POSITIVISMO NO BRASIL (III). Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 27/09/1964.

01.1.200. SINDICATOS E LUTAS OPERÁRIAS. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 16/12/1965.

01.1.201. SOCIOLOGIA INDUSTRIAL, DA EMPRESA OU DO TRABALHO. SIMPLES QUESTÃO DE NOMENCLATURA? Revista do Instituto de Ciências Sociais. Rio de Janeiro, p. 1-39, janeiro-dezembro de 1966.

01.1.202. ESTABILIDADE: DIREITO NÃO É SÓ DO BRASIL. Tribuna da Imprensa. Rio de Janeiro, 17/03/1966. (2 exemplares)

01.1.203. FIM DA ESTABILIDADE É O COMEÇO DO DESEMPREGO E DA MISÉRIA. Tribuna da Imprensa. Rio de Janeiro, 18/03/1966. (2 exemplares)

01.1.204. A UNIVERSIDADE E O DESENVOLVIMENTO POLÍTICO E SOCIAL. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro: 17/06/1968.

01.1.205. UMA POSSÍVEL NOTA DO CARÁTER BRASILEIRO. Carta Mensal. Rio de Janeiro, p. 3-15, julho de 1971.

01.1.206. A EMPRESA NO DIREITO DO TRABALHO. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 02/03/1972.

01.1.207. O TRABALHO NO DIREITO DO TRABALHO. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 09/03/1972.

01.1.208. A MÃO-DE-OBRA DOS MAIORES DE 40 ANOS (I). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 16/03/1972.

01.1.209. A MÃO-DE-OBRA DOS MAIORES DE 40 ANOS (II). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 23/03/1972.

01.1.210. A MÃO-DE-OBRA DOS MAIORES DE 40 ANOS (III). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 30/03/1972.

01.1.211. A MÃO-DE-OBRA DOS MAIORES DE 40 ANOS (IV). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 06/04/1972.

01.1.212. A MÃO-DE-OBRA DOS MAIORES DE 40 ANOS (ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO – NO MUNDO E NO BRASIL). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 13/04/1972.

01.1.214. PROTEÇÃO AOS MAIORES DE 45 ANOS NA LEGISLAÇÃO. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 27/04/1972.

01.1.215. MAIORES DE 40 ANOS – PROJETOS E SUGESTÕES. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 04/05/1972.

01.1.216. O NOVO SALÁRIO MÍNIMO. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 18/05/1972.

01.1.217. EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS TEMPORÁRIOS (I). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 18/05/1972.

01.1.218. EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS TEMPORÁRIOS (II). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 25/05/1972.

01.1.219. READMISSÃO DE APOSENTADO E TEMPO DE SERVIÇO. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 1º/06/1972.

01.1.220. READMISSÃO DE APOSENTADO E TEMPO DE SERVIÇO (II). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 08/06/1972.

01.1.221. FUNDO DE GARANTIA E DIRETORES DE SOCIEDADE ANÔNIMA (I). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 15/06/1972.

01.1.222. FUNDO DE GARANTIA E DIRETORES DE SOCIEDADE ANÔNIMA (II). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 22/06/1972.

01.1.224. GRUPOS ECONÔMICOS E SOLIDARIEDADE DE EMPRESAS (I). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 06/07/1972.

01.1.225. GRUPOS ECONÔMICOS E SOLIDARIEDADE DE EMPRESAS (II). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 13/07/1972.

01.1.226. O PREJULGADO NA JUSTIÇA DO TRABALHO (I). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 20/07/1972.

01.1.227. O PREJULGADO NA JUSTIÇA DO TRABALHO (II). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 27/07/1972.

01.1.228. O PREJULGADO NA JUSTIÇA DO TRABALHO (III). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 03/08/1972.

01.1.229. O PREJULGADO NA JUSTIÇA DO TRABALHO (IV). Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 10/08/1972.

01.1.230. O PREJULGADO NA JUSTIÇA DO TRABALHO. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 17/08/1972.

01.1.231. O PREJULGADO NA JUSTIÇA TRABALHISTA. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 24/08/1972.

01.1.232. UM MESTRE DO DIREITO DO TRABALHO. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 31/08/1972.

01.1.233. DO TRABALHO EM DOMICÍLIO. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 07/09/1972.

01.1.235. TECNOLOGIA E HUMANISMO. Tribuna da Justiça. São Paulo, 16/05/1973.

01.1.237. O DIREITO AO TRABALHO. Conferência Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil. Rio de Janeiro, 11 a 16/08/1974.

01.1.238. O TRABALHO FEMININO REVISITADO. Separata da Revista Ltr. São Paulo, julho de 1976.

01.1.239. DIREITO DO TRABALHO. O ESTADO DE DIREITO – VII Conferência Nacional da OAB. Curitiba, 10/05/1978; pág. 2; 7.

01.1.240. DIREITO DO TRABALHO AO ESTADO DE DIREITO. O Estado de direito – VII Conferência Nacional da OAB. Curitiba, p. 6, 12-13/05/1978.

01.1.241. A IDADE NO DIREITO DO TRABALHO. Rio – Rotary Club do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, p. 256-257, 24/05/1978.

01.1.242. O ERRO SINDICAL (DEPOIMENTO). O Estado de São Paulo. São Paulo, 14/10/1978. (3 exemplares)

01.1.244. RUI BARBOSA EM BUENOS AIRES. Jornal de Letras. Rio de Janeiro, maio de 1979. (2 exemplares)

01.1.245. SINDICATO NO BRASIL E DIREITO DE GREVE. AULA MAGNA DE ABERTURA: PARTE TRABALHISTA. IV Curso de Especialização em Direito do Trabalho, Processo e Previdência Social. Faculdade de Direito Cândido Mendes. Rio de Janeiro, 10/10/1978. [texto datilografado]

01.1.248. A PERENIDADE DA JUSTIÇA. AULA INAUGURAL NA FACULDADE DE DIREITO DA UFRJ. Rio de Janeiro, 08/03/1982. Artigo datilografado.

01.1.249. OLIVEIRA VIANA E O DIREITO DO TRABALHO NO BRASIL. Revista LTr. São Paulo, vol 47, nº 9, setembro de 1983.

01.1.251. RUI BARBOSA E A FILOSOFIA EXISTENCIAL CRISTÃ. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1983.

01.1.252. RUI BARBOSA E A QUESTÃO SOCIAL. São Paulo; Rio de Janeiro: Editora Ler; Casa de Rui Barbosa, 1983.

01.1.253. IMPORTÂNCIA E SIGNIFICADO DO MINISTÉRIO PÚBLICO. Editorial. Consultor Revista Fiscal. São Paulo, ano XVI, nº 281, junho de 1984.

01.1.254. RETRATO DE UMA CONSTITUIÇÃO. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 22/07/1984. (2 exemplares)

01.1.255. ALCEU E A REFORMA SOCIAL – UMA INCOERÊNCIA. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, agosto, 1984.

01.1.256. POSSE NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. S/I. Rio de Janeiro, 04/10/1984.

01.1.257. O MOMENTO É DE MUDANÇAS REAIS. O Estado de São Paulo. São Paulo, 21/02/1985.

01.1.258. PEDRO CALMON. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 03/07/1985.

01.1.259. PADRE PENIDO E O ENSINO DA FILOSOFIA NO BRASIL. Carta Mensal. Rio de Janeiro, p. 9-23, fev./mar., 1985.

01.1.260. A REFORMA AGRÁRIA E O DIREITO NATURAL. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 12/06/1985. (2 exemplares)

01.1.261. UM LARGO PASSO ADIANTE. Senhor. Rio de Janeiro, 12/06/1985.

01.1.262. PEDRO CALMON. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 03/07/1985. (3 exemplares)

01.1.263. DESDE 1934, UM TEXTO COM POUCAS MODIFICAÇÕES. Folha de São Paulo. São Paulo, 10/11/1985.

01.1.264. EVARISTO DE MORAES E A ESCRAVIDÃO NO BRASIL. Correio do Livro / Editora da UnB. Brasília, nov./dez., 1985.

01.1.265. TEIXEIRA DE FREITAS. A BUSCA DA PERFEIÇÃO E A DOGMÁTICA JURÍDICA. Separata da Revista Forense. São Paulo, Vol. 291, 1985.

01.1.266. O DIA DO TRABALHO. Folhetim. São Paulo, 27/04/1986.

01.1.267. A ENSAÍSTICA DE VIANNA MOOG. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 28/11/1986.

01.1.268. ESTADO E SINDICATOS NO BRASIL. OS MECANISMOS DE COERÇÃO SINDICAL. O Estado de São Paulo. São Paulo, 29/11/1986.

01.1.269. O CORDIAL VIANNA MOOG E SUA OBRA POLÊMICA. HOMENAGEM DO CONSELHO FEDERAL DE CULTURA. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1988.

01.1.270. A FÁBRICA DO SONHO. O Estado de São Paulo. São Paulo, 10/11/1990.

01.1.271. OS 90 ANOS DE ABGAR RENAULT. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 23/04/1991.

01.1.272. A LOUCURA E O SUICÍDIO NA TEMÁTICA DE ALCEU. Separata da Revista A Ordem. Rio de Janeiro, nº 84, p. 1-12, 1 a 4, 1983.

01.1.273. O MOVIMENTO SINDICAL E A RECESSÃO. Rio Capital. Rio de Janeiro, janeiro-fevereiro de 1993.

01.1.274. TOBIAS BARRETO E D. PEDRO II. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 10/02/1993.

01.1.275. MUITO ALÉM DE OS SERTÕES. O Globo. Rio de Janeiro, 05/09/1993.

01.1.276. O BRASILEIRO ALCEU AMOROSO LIMA. Revista da Academia Brasileira de Letras. Rio de Janeiro, nº 1, p. 16-39, out./nov./dez., 1994.

01.1.277. AUSTREGÉSILO DE ATHAYDE, BENFEITOR DA ACADEMIA. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 07/07/1997.

01.1.278. ASPECTOS DO PENSAMENTO DE MIGUEL REALE. A PESSOA HUMANA. In: Ubiratam Borges de Macedo; Antônio Paim; Urbano Zilles (orgs.). Miguel Reale. Estudos em homenagem aos seus 90 anos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000. pp. 367-388.

01.1.279. ALCEU AMOROSO LIMA E SUA EMPATIA PELA HUMANIDADE. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 08/06/2005.

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ARTIGOS NÃO PUBLICADOS

ARTIGOS NÃO PUBLICADOS - datilografados

01.1.280. POSSÍVEIS SUGESTÕES PARA O TEXTO DA MATÉRIA SOCIAL NUMA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA (1978). Rio de Janeiro, 05/08/1978. [texto datilografado]

01.1.281. SINDICATO NO BRASIL E DIREITO DE GREVE. AULA MAGNA DE ABERTURA (PARTE TRABALHISTA). IV CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO DO TRABLAHO, PROCESSO E PREVIDÊNCIA SOCIAL. Faculdade de Direito Cândido Mendes. Rio de Janeiro, 10/10/1978.

01.1.282. A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE SOCIÓLOGO. Rio de Janeiro, 1980. [Artigo datilografado]

01.1.284. O ESPÍRITO BURGUÊS E SUA SUPERAÇÃO. Rio de Janeiro, 02/08/1983. [artigo datilografado]

01.1.285. ENSINO DE CIÊNCIAS SOCIAIS NO BRASIL. Encontros Regionais dos Educadores Brasileiros. S/l, S/d. [texto datilografado]

01.1.286. TRABALHO – DESEMPREGO E SUBEMPREGO. Rio de Janeiro, s/d. [texto datilografado]

01.1.287. TRABALHO – HIGIENE E SEGURANÇA. Rio de Janeiro, s/d. [texto datilografado]

01.1.288. TRABALHO – SALÁRIO. Rio de Janeiro, s/d. [texto datilografado]

01.1.289. PELA LIBERDADE E PELA JUSTIÇA. Rio de Janeiro, s/d. [texto datilografado]

01.1.291. O MOVIMENTO SINDICAL E A RECESSÃO. Rio de Janeiro, s/d. [texto digitado]

RASCUNHOS DE ARTIGOS – manuscritos

01.1.292. 1º ENSAIO – A FILOSOFIA ANTI-INTELECTUALISTA DE HOJE. Rio de Janeiro, outubro de 1935.

01.1.293. A TRAGÉDIA VEM CHEGANDO. Rio de Janeiro, 23/02/1937 a 15/03/1938. [crônica]

0.1.1.293. UM HOMEM FALOU. Rio de Janeiro, 14/03/1937. [crônica]

01.1.1294. O HOMEM QUE NÃO PODIA FALAR. Rio de Janeiro, 25/02-02/03/1938.

01.1.294. NIETZSCHE E A ALEMANHA. Rio de Janeiro, s/d.

 

POEMAS – manuscritos

01.1.294. PERDIÇÃO... À ALMA DIVINA. Rio de Janeiro, 06/01/1933.

01.1.295. ENCANTO... À MEU ANJUNHO TUTELAR. Rio de Janeiro, 07/01/1933.

01.1.296. FUGA... À VISÃO POÉTICA. Rio de Janeiro, 07/01/1933.

01.1.297. SAUDADE... À INGÊNUA E CÂNDIDA SANTA. Rio de Janeiro, 08/01/1933.

01.1.298. CONTRASTE... À MUSA DE MEUS SONHOS. Rio de Janeiro, 11/01/1933.

01.1.299. INTRIGAS... À ETERNA FONTE DA BELEZA. Rio de Janeiro, 11/01/1933.

01.1.300. MULHER... AO NOME QUE IDOLATRA. Rio de Janeiro, 16/01/1933.

01.1.302. SOZINHO... À LUA... DA CHAMECA... Rio de Janeiro, 17/02/1933.

01.1.303. CASA DESTELHADA... À INQUILINA... Rio de Janeiro, 18/02/1933.

01.1.304. PAIXÃO... A FLOR SEMPRE LEMBRADA. Rio de Janeiro, 201/01/1933.

01.1.304. PERFIL DE VIRGEM... À ROSA DIVINA. Rio de Janeiro, 20/02/1938.

01.1.305. EU E NÃO-EU... À ENGANOSA SINGULAR. Rio de Janeiro, 1º/03/1933.

01.1.306. DEVANEIOS... À INCRÉDULA. Rio de Janeiro, 16/03/1933.

01.1.307. SATURNAL... À VIRGEM QUE RENUNCIA. Rio de Janeiro, 22/03/1933.

01.1.309. ESTRÉIA... À ILUSÃO. Rio de Janeiro, 28/03/1933.

01.1.310. PRAZER E DOR. Rio de Janeiro, fevereiro de 1934.

01.1.311. FUI ROUBADO POR DEUS. Rio de Janeiro, 09/05/1937.

01.1.312. NOTAS DE UM ESCRITOR. Rio de Janeiro, 19/02/1937 e 02/02/1938.

01.1.313. RECORDAÇÕES DA GERMANA. Rio de Janeiro, 10/05/1937.

[Artigos]


 

Periódicos que Evaristo publicou artigos e ensaios

Foram cerca de 270 artigos e ensaios sobre temas literários, filosóficos, sociológicos, históricos e jurídicos, publicados em periódicos como:

  • A Época e A Idéia, ambas da Faculdade Nacional de Direito (FND)
  • Cultura e Técnica
  • Boletim de Ariel
  • Jornal do Commercio
  • Dom Casmurro
  • Boletim da Casa do Estudante do Brasil
  • Boletim do MTIC (Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio)
  • Diário de Notícias
  • Revistas do Brasil
  • Revista de Crítica Judiciária
  • A Tarde (Rio)
  • Revista Acadêmica
  • Legislação do Trabalho (São Paulo)
  • Revista do Trabalho
  • Vamos Ler; Diretrizes
  • Trabalho e Seguro Social
  • Orientador Fiscal; Leitura
  • O Jornal
  • Revista Branca
  • Letras e Artes
  • Revista dos Tribunais (São Paulo)
  • Jornal de Letras; Revista Forense
  • Correio da Manhã
  • A Cigarra
  • Revista Brasileira de Filosofia (São Paulo)
  • Folha de Goiás
  • Revista Jurídica da FND
  • Sociologia (São Paulo)
  • Revista Filosófia (Coimbra)
  • Jornal do Brasil
  • Tribuna da Imprensa
  • Revista do Instituto de Ciências Sociais
  • Revista Brasileira de Ciências Sociais (Belo Horizonte)
  • Arquivos do Ministério da Justiça
  • Síntese Política, Econômica e Social, Apes (da PUC-Rio)
  • Carta Mensal, da Confederação Nacional do Comércio
  • Revista de Ciência Política, da Fundação Getúlio Vargas (FGV)
  • Revista de Direito do Trabalho (São Paulo)
  • O Estado de São Paulo.

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DISCURSOS

DISCURSOS SELECIONADOS

- DISCURSO NO INISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO. Rio de Janeiro, 1951.

- PALAVRAS DO PATRONO. Discurso em formatura de turmas. Instituto de filosofia e Ciências Sociais. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 1982.

- A PERENIDADE DA JUSTIÇA. Aula inaugural na FAculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 1982.

- DISCURSO RECEBIMENTO DO TÍTULO DOUTOR HONORIS CAUSA , pela Universidade Federal Fluminense. Niterói, 2003. [Veja também discurso de Eurico Figueiredo sobre esta titulação]

- DISCURSO SOBRE A INSTALAÇÃO DA JUSTIÇA DO TRABALHO NA BAHIA. Salvador, 2003.

- DISCURSO DE EVARISTO DE MORAES FILHO SOBRE SEU ANIVERSÁRIO DE 90 ANOS. Academia Brasileira de Letras. Rio de Janeiro, 2004.

- DISCURSO SOBRE MIGUEL REALE. Academia Brasileira de Letras. Rio de Janeiro 2006.

- DISCURSO SOBRE JOSUÉ MONTELLO . Academia Brasileira de Letras. Rio de Janeiro, 2007.

- DISCURSO SOBRE EVANDRO LINS E SILVA . Academia Brasileira de Letras. Rio de Janeiro, 2007.

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O Problema do Sindicato Único no Brasil, 1978

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Profetas de um Mundo que Morre, 1946

 

 

 

 

 

Joaquim de Carvalho no Brasil, 1958

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma Possível Nota do Caráter Brasileiro, 1971

 

As Idéias Fundamentais de Tavares Bastos, 1979

 

Idéias Sociais de Jorge Street, 1980

 

Rui e a Federação, 1980

 

Rui e o Desenho Industrial, 1980

 

O Socialismo Brasileiro, 1982

 

Medo à Utopia, 1986

 

O Deputado Rui Barbosa, 1987

 

 

 

 

 

 

 

O Problema de Uma Sociologia do Direito, 1950

 

 

 

O Problema do Sindicato Único no Brasil, 1952

 

 

 

O Problema do Sindicato Único no Brasil, 1978

 

 

 

Augusto Comte e o Pensamento Sociológico Contemporâneo, 1957

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Simmel, 1983

 

 

 

 

 

 

Trabalho a Domicílio e Contrato de Trabalho, 1994

 

 

 

 

 

 

A Justa Causa na Rescisão do Contrato de Trabalho, 1968

 

 

 

 

 

 

A Natureza Jurídica do Direito do Trabalho, 1954

 

 

 

 

 

 

 

Introdução ao Direito do Trabalho, 1956

 

 

 

 

 

 

 

 

Apontamentos de Direito Operário, 1986

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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